.. ..

Artigos

Dilma quer tablets a preço popular

Posted by gui on janeiro 05, 2011
Artigos / No Comments

Nossa nova presidente Dilma Rousseff, de acordo com está sendo dito, é uma grande fã de tecnologia (será que ela lê o TB? Oi, Dilma! :) ). E foi com o seu querido iPad em mãos que a presidente recomendou ao novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que buscasse a redução de impostos sobre essa categoria de dispositivos.

“A Dilma falou assim: ‘chama os produtores nacionais de computador e faz uma negociação com eles para fornecer tablets com preço mais popular’. Preço popular seria R$ 400, R$ 500, algo que a prestação caiba no bolso”, contou o ministro.

É claramente leviano pensar que a presidente ou seu ministro consiga trazer o iPad em si (cujo modelo mais barato custa hoje R$ 1650) ao consumidor final no Brasil por até R$ 500 a não ser que o Dólar e o Real ficassem com o mesmo valor e ainda houvessem alguns subsídios do governo, coisas muito improváveis.

O que eu posso inferir que a nossa chefe de Estado tenha em mente, e isso sim seria viável, seria buscar a redução de custo final de tablets mais simples (com Android talvez, por que não?) através de incentivos fiscais e outras medidas similares.

Podemos pensar, no caso, em reduções de taxas de importação para produtos importados e talvez até mesmo em um tablet fabricado aqui no Brasil.

Usar um tablet como instrumento de inclusão digital é, realmente, uma abordagem interessante. Como usuário de um, entendo que a imensa maioria das funcionalidades que as pessoas usam em um computador podem ser realizadas com a mesma facilidade em tablet, quando não com facilidade maior ainda mais para pessoas que ainda nem estão habituadas a usar um sistema operacional tradicional.

Com informações: Veja, O Povo.

MENSAGEM DO EDITOR: O preço de R$500,00 ainda é muito alto. Tem Tablets bem mais baratos no mercado.

Tags: , , ,

FICHA LIMPA

Posted by gui on maio 02, 2010
Artigos / No Comments

Oposição pressiona pelo pedido
de urgência do projeto Ficha Limpa

Rita Camata (ES) prevê que votação pode ser na próxima semana

Brasília (28) – Após a pressão dos partidos da oposição e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, os partidos da base do governo, PT e PMDB, acabaram assinando o pedido de urgência para o projeto “Ficha Limpa”. O líder do PSDB na Câmara, deputado João Almeida (BA), chegou a propor aos demais partidos a votação do requerimento em plenário ainda nesta terça-feira, mas ficou acertado que isso ocorrerá na sessão da próxima terça-feira (4). Caso o pedido seja acatado, o mérito do projeto também deve ser apreciado no mesmo dia.

Pela manhã, um pedido de vistas feito por parlamentares da base do governo havia adiado a apreciação do relatório do deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP) ao projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Agora com a urgência, já apoiada anteriormente pelo PSDB, a proposta vai a plenário independentemente da comissão.

Uma das parlamentares mais atuantes em prol do “Ficha Limpa”, a deputada Rita Camata (ES) espera que o projeto seja votado pelo plenário com rapidez para que as mudanças possam valer já nas eleições de 2010. “Esperamos votar o projeto na próxima semana, dando ao país mais esse instrumento para aperfeiçoar a democracia e o processo político eleitoral”, destacou.

Logo após a sessão na CCJ, os tucanos criticaram a manobra para impedir a votação da proposta e exigiram do PT e do PMDB o apoio a urgência, o que acabou ocorrendo horas depois. Vários parlamentares tucanos acompanharam a sessão da comissão, incluindo o líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA). Para o deputado Zenaldo Coutinho (PA), o pedido de vista tinha como objetivo apenas atrapalhar o andamento do projeto.

Segundo o deputado Duarte Nogueira (SP), o PSDB apoia o “Ficha Limpa” porque a proposta vai ao encontro do que espera a sociedade brasileira: melhorar e qualificar os candidatos que são lançados para a escolha do voto popular. Ao comentar manobras para tentar adiar a votação do projeto, o tucano alertou: “A população está atenta ao comportamento dos partidos, e vendo aqueles que defendem o Ficha Limpa não só no discurso, mas na prática”, acrescentou. Assim como Rita Camata, Duarte defende a aplicação de regras que impedem a candidatura de pessoas com ficha suja já nas próximas eleições.

Fonte: Diário Tucano

Tags: , ,

Tribunal Justiça nega pedido Vereadores

Posted by gui on maio 01, 2010
Artigos / No Comments

Os cinco políticos são acusados de exigir propina do prefeito

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo negou nesta quinta-feira (15) o pedido da defesa dos vereadores afastados dos cargos em Igarapava, na região de Ribeirão Preto. Alan Kardec de Mendonça, José Laudemiro Alves, José Eurípedes de Souza, Roberto Silveira e Sérgio Augusto de Freitas reivindicavam a volta aos cargos até o julgamento da sentença em primeira instância. Eles foram cassados em 2009 após denúncias de corrupção na câmara da cidade.

Os cinco vereadores respondem a um processo criminal por exigir dinheiro do prefeito Francisco Molina para aprovar projetos e contas do município. O caso ficou conhecido como “mensalinho de Igarapava”

Os vereadores passaram seis meses afastados do Legislativo, mas voltaram a ocupar os cargos no dia 5 de outubro por força de uma liminar. Mas a cassação ocorrida no mesmo mês do ano passado determinou que os suplentes assumissem os mandatos.

O advogado deles, Arthur Luis Mendonça Rollo, ainda não decidiu se vai recorrer da decisão desta quinta.

Investigação

A investigação da Câmara sobre a conduta dos envolvidos começou em março de 2009, depois que eles foram presos no dia 18 em flagrante, acusados pelo Ministério Público de corrupção.

Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça revelaram que os vereadores pediam R$ 5 mil de propina para cada um deles ao prefeito Francisco Molina nos primeiros dois meses. Depois, as parcelas subiam para R$ 7 mil.

Como a Câmara tem nove vereadores, os cinco garantiriam a maioria para aprovar os projetos enviados pelo prefeito a Casa. Nas residências dos vereadores, a polícia encontrou armas, munição e mais de R$ 800 mil, entre cheques e dinheiro.

No dia 26 de março, o vereador Roberto Silveira foi o único a conseguir um habeas corpus da Justiça. Os outros políticos ficaram presos na cadeia de Pedregulho até o dia 7 de abril.

Os cinco vereadores acusados respondem ao processo em liberdade.

Fonte: EPTV.com

Tags: , , ,

PICARETAGEM EM HOSPEDAGEM

Posted by gui on novembro 24, 2009
Artigos / No Comments

“Picareta é o cara que te logra, sorrindo, e ainda te dá tapinhas nas costas, em lugar do troco, e, “de lambuja”, você ainda sai com um: “volte sempre”!

(Nara França)

 

Todo ano fim de ano é a mesma coisa, a gente recebe junto com a correspondência umas adoráveis cartinhas com o boleto bancário para pagamento de hospedagem. Cuidado, não pague!

 

Examinem bem se trata de seu Provedor de Hospedagem, porque sempre nestas datas vem picaretagem sempre.

 

Era apenas uma empresa picareta, como o negócio dá muito dinheiro, pela distração das pessoas, por causa da imitação do boleto; agora tem mais uma de Pernambuco que também entrou no ramo.

 

Era apenas uma de São Paulo cujo boleto recebia religiosamente nos fins de novembro, hoje recebi curiosamente no mesmo dia, dois boletos, uma da www.registrar.br.com  e outra da  www.registrohost.com.

 

Eles imitam o nome da Registro.br, empresa autorizada a registrar domínios para internet no Brasil.

 

Acontece que vendem hospedagem por um ano, por R$130,00 e R$135,00, se a pessoa não presta bem a atenção, vai ao banco e paga aquela conta e só depois é que descobre a pilantragem.

 

Quem quiser verificar melhor é só entrar nos sites das empresas de hospedagem e na de registro de domínio https://registro.br/,  que é a verdadeira, para verem a diferença.

 

Mais atenção no que paga, e não deixe de conferir o seu extrato bancário, pode ter alguém pegando o seu suado dinheirinho, através de débito automático e você nem fica sabendo, quando percebe já pagou assinatura de revista, compras de Natal e por aí afora.

 

Manoel Amaral

http://osvandir.blospot.com

http://osvandir.glos.sapo.pt

Tags: , , , , , ,

CHAPEUZINHO VERMELHO, O LOBO MAU E O APAGÃO

Posted by gui on novembro 17, 2009
Artigos / No Comments

“Alguém disse: __O último que sair apaga a luz,

- e o estagiário acreditou nisso!”

 

Aconteceu num País muito distante, pra lá da América do Sul, bem abaixo da Venezuela, onde tem um Presidentezinho muito carinhoso chamado “Polvo”, por causa de seus longos braços

 

Aconteceu que uma mocinha chamada Chapeuzinho, andava com um vestido cor-de-rosa, muito curto, chamando a atenção de todo mundo e ainda aprontou o maior alvoroço na Faculdade onde estudava.

 

Como pretendia, ficou conhecida no mundo inteiro, até no New York Time, o maior jornal do mundo. As revistas disputavam sua imagem à tapa! O que não faz umas pernas bonitas!

 

Porém o Ministro Lobo Mau, que não era do ramo, foi nomeado pelo Presidente para tomar conta do Ministério das Minas e Energia, ironicamente, lugar que era ocupado, há algum tempo por outra incompetente.

 

Mas depois do apagão (o dicionário do Word insiste em dizer que não é apagão e sim afegão), todos queriam comer o fígado do Lobo Mau, e perguntavam: __ Nosso País tem uma rede segura?

 

As repostas eram as mais contraditórias e alguns diziam que o País teria muita preocupação com a emissão de gases-estufa. Talvez fosse a plantação de repolho perto da grande floresta.

 

Para acalmar os cidadãos o Presidentezinho anunciou que além da “Bolsa Alimentação,” iria distribuir a “Bolsa Falação”, para todo mundo falar no celular. As empresas já tinham concordado, o dinheiro não era delas mesmo, era do Fistel – Fundo de Fiscalização das Telecomunicações.

 

Num apagão anterior julgaram a culpa na Mula-sem-cabeça, no Saci Pererê, no Boitatá, num hacker e por aí afora. O despreparo do Lobo Mau provou mais uma vez que aquele País estava um caos.

 

Horas depois do Blecaute, o Presidente atribuiu as causas a problemas atmosféricos;  raios, trovões e chuvas fortes de granizo, poderiam ter provocado a escuridão. A escuridão estava é na cabeça dos dirigentes, eles olhavam mas não viam. E o Mandatário Maior da Nação continuava afirmando que o “sistema energético era eficiente e robusto”.

 

“Serrinha”, Governador de um grande estado disse que a “situação era gravíssima, bastava uma ventania ou raio para paralisar todas as turbinas” de Upiati. Falou que devia ser “falta de investimento e qualidade na manutenção.” O pior é que ele não está podendo falar muito em “qualidade de construção” porque uma ponte enorme, caiu mesmo no meio da rua, de uma grande cidade, logo depois da construção. Estas empreiteiras só trabalham com material de segunda…

 

A Polícia Secreta do País (PSR) “não descarta a possibilidade de que fatores não metereológicos (sabotagem) tenham provocado o episódio.”

 

Para acalmar o povo, o Presidente “Polvo”, aquele monumento de bondade, anunciou que transformará a TV Senado e TV Câmara, em TVs Populares, passando filmes de faroeste italiano, o dia inteiro, para o delírio dos pobres.

 

Como neste País o povo elege, democraticamente, de tempos em tempos, um novo Presidente; “Polvo”, já preparava a sua candidata, secretamente a sua candidata.

 

Ele que não era bobo nem nada, escolheu a Chapeuzinho Vermelho, do vestido-cor-rosa, bem curtinho, para candidata a Presidente. A Oposição ficou horrorizada!

 

Acontece que Lobo Mau, que sempre foi muito mau, não estava nada satisfeito com isso. O “Serrinha” também  quer ser candidato e ainda para complicar o Arécio, lá das montanhas do interior.

 

O Giro, que veio de Tiros, quer ser Vice de qualquer um. Acontece que a maioria das cidades do País, tem muitos empregados na administração e este ano já disseram:
__ Não vai haver pagamento de 13º Salário. A situação está crítica.

 

O Presidente “Polvo” distribuiu bilhões para aquelas cidades, mas os Prefeitos gastaram tudo com propaganda, viagens, “mensalões” ou embolsaram o resto pura e simplesmente.

 

O Presidente, os Ministros e o resto dos capachos e cupinxas, nunca gostaram da imprensa. Dizem que ela é fofoqueira, “só diz o que não deve”. Esses dias publicaram uma lista dos cornos de uma cidade do interior, que deu pano para manga. Muita separação, briga de casais, duelos de garruchas, espadas  etc e tal.

 

A imprensa descobriu ainda que o Presidente fez uma compra de mais de 1.000 ternos de uma só vez, muitos sapatos em couro legítimo, meias de todas as cores. Uniformes, guarda-pós, agasalhos esportivos, um montão de roupas.

 

O que mais chamou a atenção na imprensa foi que o Supremo Tribunal daquele País comprou dez lamparinas com seus respectivos pavios. Estavam prevenindo contra um novo apagão.

 

Mas como estávamos dizendo, Osvandir saiu com a namorada, foi passear à noite, bem próximo das usinas de Upiati, aquele lago lindo, sob o luar um turbilhão de águas.

 

Tudo tão calmo, nenhuma nuvem no céu, apenas estrelas bem brilhantes. De repente um raio surgiu do nada e uma estranha nave espacial cruzou o horizonte. Pairou sobre as redes de transmissão e por ali permaneceu fazendo acrobacias. Tudo escureceu.

 

Osvandir pode calcular, pelo tamanho dos prédios de Usina de Upiati que ela mediria uns cem metros de ponta a ponta. Parecia com uma bola de futebol americano, com uma cor azul brilhante e  um entorno de branco muito forte.

 

Manoel Amaral

http://osvandir.blogspot.com

http://osvandir.blogs.sapo.pt

Tags: , , , , , ,

DIA DO VEREADOR – COMENTARIOS

Posted by gui on outubro 02, 2009
Artigos / No Comments
Parlamentares comentam o ‘Dia do Vereador’
Para eles, data é meramente simbólica, e o exercício do vereador é diário
02/10/2009 – 09:11

Câmara Municipal de Aracaju

Nesta quinta-feira, 1º de outubro, comemora-se o Dia do Vereador, instituído pela Lei Federal 7.212/84. No país, 5.562 municípios reconhecem, nesta data, a importância do parlamentar e de suas ações junto do Poder Legislativo. Mas os vereadores de Aracaju dizem que a data é apenas simbólica, e que o exercício do vereador é diário e sua função, quase sempre confundida.

Para o presidente da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), Emanuel Nascimento (PT), a data serve para a reflexão de todos os parlamentares na busca de uma maior integração entre eles. “Temos que trabalhar cada vez mais pela autonomia do Poder Legislativo, e pelo fortalecimento da democracia do município. Existe um claro objetivo em sempre fragilizar o Legislativo, como quando diminuem nossa receita e o aumentam as despesas. Por isso é importante que sempre estejamos unidos, mas não apenas nessa data comemorativa”, declara Nascimento.

Presidente da CMA, Emanuel Nascimento

Ainda segundo ele, o papel do vereador é facilmente deturpado. “Muita gente acha que o parlamentar serve apenas para dar emprego, contribuir como um parceiro, amigo. Mas nossas funções básicas são fiscalizar o poder executivo, constatar os problemas da sociedade e pedir providências aos órgãos competentes”, explica o vereador.

Já para o vereador Elber Batalha Filho (PSB), esta data, apesar de simbólica, “se reveste de uma importância muito grande, não pelo fato de homenagear a mim ou a qualquer outro vereador, mas sim homenagear o direito da população em ter representantes fiscalizadores e propositores de iniciativas que venham a melhorar cada dia a qualidade de vida do cidadão”.

Tags: , , ,

TERCEIRO MANDATO

Posted by gui on maio 20, 2009
Artigos / No Comments

 

 

 

 TERCEIRO MANDATO, O GOLPE!

 “O intelectual do PT é uma figura que se diferencia do intelectual porque ele não pensa livremente. O intelectual do PT pensa aquilo que é necessário pensar a cada momento em função dos interesses políticos do chefe,que é o salvador da pátria.”

                                                                      DEMÉTRIO MAGNOLI*

                                                                                                               Waldo Luís Viana**

Pobre Dilma, a sua doença, melindrosa e delicada, prepara um golpe, é o apoio que o engendra e faltava, a verdadeira linha do horizonte entre o possível e o impossível e o pretexto necessário para os que são vigorosa e permanentemente capazes de aparelhar até um simples batizado.

 Enquanto a velha guerrilheira luta, em verdade, agora pela vida, seus colaboradores, amantes do poder a qualquer preço, desfiam alternativas ilusionistas, na calada da noite. E até podem afirmar, sem o menor constrangimento, que detestam autenticamente um golpe.

 Mas de preferência, para eles, é golpe qualquer tentativa de outros grupos ou partidos desejarem, por via democrática e legal, a alternância no poder. Contra tal arrogância, acenam com o impensável até agora: um terceiro mandato para o presidente e isso absolutamente, segundo eles, não seria golpe. É o que restaria de natural num processo político em que o partido no governo sofre da mais profunda anemia de quadros, embora sua estrutura seja tentacular e avassaladora.

 Esses “luas pretas”, convencidos, sentem-se no direito de privatizar o Estado, no anseio indiscutível de continuar albergando os companheiros para todo o sempre. Mantêm até intelectuais orgânicos que só pensam em defender, mediante argumentações mentirosas, os expedientes conhecidos do presidente e seu partido, na busca ética e republicana de manter tudo como está.

 Através da falsa legitimidade, querem perpetuar os negócios existentes, que pululam por toda parte, assegurando a vida boa dos companheiros, protegidos de qualquer punição pelo aparato colonizador montado diligentemente em sete anos, dentro da máquina estatal.

 Fazem, sem dúvida, a opção preferencial pelos ricos, iludindo o povo com migalhas e pretensa inclusão social, enquanto favorecem banqueiros, especuladores e grandes empresas nacionais e internacionais. Tal véu de impunidade incluiu os juros mais altos do mundo, impostos que representam mais de 38% do PIB e uma dívida interna líquida ainda maior, passando dos 50% do que toda a sociedade produz em um ano.

 Colocando os áulicos de carteirinha em  40 mil funções de confiança, sem o menor temor de avançar sobre o interesse público, constituíram um modelo monstruoso de administração do Estado pelo centralismo democrático, não querendo privatizar empresas públicas, mas privatizando o próprio Estado em favor de um só grupo.

 Os neogolpistas detestam a diversidade e o pluralismo, mas adoram o deus-mercado, o deus-dinheiro, montando  uma elite conservadora e sindical no governo, cujo objetivo é a própria reprodução dentro da máquina estatal. No fundo, os luas pretas não querem desenvolvimento, querem “nomenclatura”, uma casta controlando o Estado e fazendo dele o que querem…

 E querem o povo cúmplice de seus desmandos, mantendo com recursos públicos movimentos sociais sem registro jurídico ou qualquer legalidade. Fazem da mentira e da ignorância o exemplo a ser seguido, construindo plataformas de monólogo, cuja língua torpe é o duplipensar: fome-zero, bolsa-família, primeiro-emprego, pro-uni, cotas raciais, não-índio, afrodescendente, quilombola, sem-terra, sem-teto e tantas outras palavras de ordem, dispostas com o intuito de dividir as maiorias pobres para reinar.

Querem dispensar o pluralismo, patrulhando pensamentos, enquanto enchem os bolsos  com os cargos e mordomias divididos no poder federal. E monologam em três atos: ato um, a tomada dos cargos; ato dois, aparelhamento da máquina estatal e, finalmente, ato três, o privilégio e a corrupção.

 Alguém já disse que o partido no governo, que fingia querer a Dilma, é a esquerda que a direita gosta. Mas eu diria mais: é a esquerda mais conservadora do mundo ocidental. Tanto é verdade que ela convive com imensa facilidade com os maiores representantes do patrimonialismo que governaram o país desde as capitanias hereditárias! Nem é preciso dizer os seus nomes, mas são irmãos-gêmeos dessa esquerda de mentirinha!

Na verdade, os brasileiros, que não desistem nunca, foram colhidos por uma onda de desrealidade de vastas proporções. Assistiram à formação de um governo narcísico, voltado à auto-glorificação constante e que precisa, para manter a estima, de um aparato de propaganda visando à domesticação das consciências. Toda a sociedade foi remexida por uma  onda de verdades com novos nomes, cujos destroços já podem ser vistos por aí, boiando na vida comum de cidadãos atônitos e assustados.

Assim, tudo descamba para a institucionalização do deslumbramento pelo único líder de que se pode dispor, com infiltração capilar na máquina estatal (por favor, leiam Gramsci) e a montagem do cenário para 2010 praticamente concluída. Um planejamento de engenharia social posto na mesa, que se iniciou em 2003 e não pode parar, em que o atual presidente deve preservar o poder a qualquer custo, sem vacilações, porque o que está em jogo não é seu mandato, mas uma visão de mundo.

 Dilma está doente, bem o sabemos, e torcemos para que fique boa, já que detestamos o câncer, não a pobre portadora, mas a doença serve, dentro de um governo aparelhado, e fingindo-se de atrapalhado,  como pretexto para um golpe nas instituições, porque é só o que resta aos governistas pobres de quadros e de ideais, mas atentos à manutenção da máquina montada que lhes sustenta no poder.

Essa é a encruzilhada em que nos encontramos. Um país sitiado, com uma cidadania agachada e manipulada, à beira de um golpe institucional: o golpe do terceiro mandato, ao qual aderirá, constrangido e por força das circunstâncias, nosso corintiano presidente. E sei que ele não queria, mas forças terríveis o obrigaram a querer fazer mais um gol, depois de assistir à partida do meio de campo…

 (*) in O GLOBO, “Sociologia de combate”, entrevista a Aluísio Maranhão e Luiz Antonio Novaes, 15/10/2006, p. 1, Segundo Caderno.

 ___________

*Waldo Luís Viana é escritor, economista e poeta.

Teresópolis, 19 de maio de 2009 (Salve o Dia do Defensor   Público!)

Tags: , , , , ,

OS DEZ LIVROS MAIS VENDIDOS NO SENADO

Posted by manoel on abril 02, 2009
Artigos / No Comments

OSVANDIR E OS 10 LIVROS MAIS VENDIDOS

O leitor deverá verificar os dez livros mais vendidos

da relação da Revista Veja, para ficar mais interessante.

 

FICÇÃO:

1 – O Castelo da Daslu –

2 – O Crepúsculo de Brasília –

3 – Lua Nova no Palácio Planalto –

4 – Eclipse nas Contas do Senado –

5 – O Vendedor de Votos –

6 – O Eleitor –

7 – O Senador de pijama listrado –

8 – O Senador que roubava livros –

9 – O Senado Vermelho –

10- Deputados & Senadores –

 

NÃO FICÇÃO:

1 – O Castelo de Areia –

2 – Senadores: Mentes Perigosas –

3 – O Senador & Eu –

4 – Uma breve história do Senado –

5 – Dilma e o PT –

6 – A vida em Brasília –

7 – 2009 – O ano da corrupção! –

8 – Sodoma (Senado) & Gomorra (Câmara) –

9 – Resistência no Senado –

10 –Elite de Olhos Azuis –

Obs: saiu esta semana da relação, o livro “O Castelo do

Deputado”.

 

AUTO AJUDA:

1 – O Código do Senado –

2 – O Senador e o Executivo –

3 – A Arte da Rapinagem –

4 – Quem roubou de mim –

5 – Vencendo na Política –

6 – O Segredo do Funcionário Fantasma –

7 – A Cabeça do Presidente –

8 – Casais Inteligentes candidatam juntos –

9 – Os Segredos das Mentes da Política –

10 – Eles continuam roubando –

 

Notas I – Revista Veja, 1º de Abril 2009

Orçamento Senado: 2,7 bilhões de reais.

Senadores:

Salários: Os Senadores recebem 15 salários anuais.

Os Senadores custam aos cofres públicos R$33,8 milhões por ano.

Servidores do Senado:

Salário: podem receber até mais que o Presidente (R$11.000,00)

Comissões: Até de R$3.000,00.

Gratificações: Podem chegar até R$4.800,00.

Horas Extras: Até R$2.600,00.

Quantidade: Senado tem aproximadamente 9.677 servidores (ativos, aposentados e pensionistas).

 

Notas II – Deixamos os nomes dos autores dos livros em branco para que cada leitor coloque o que considerar correto, depois publique nos comentários.

 

 Manoel Amaral

 

Tags: , , , , , , , , , , , ,

BANCOS NÃO PODEM SER PUNIDOS

Posted by gui on março 26, 2009
Artigos / No Comments

Terça-feira, 24 de Março de 2009

Superior Tribunal de Justiça decide que bancos não devem ser punidos com rigor por danos causados a correntistas

Edição de Terça-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com

Adicione nosso blog e podcast aos seus favoritos.

Por Jorge Serrão

Os bancos podem muito no Brasil. O Superior Tribunal de Justiça derrubou a tese de que os bancos devem ser punidos por danos causados aos correntistas. Por decisão unânime, a 4ª Turma do STJ salvou o Itaú-Unibanco de pagar uma indenização de R$ 1,7 bilhão a uma empresa que teve retirados, indevidamente, R$ 2.260,20 de sua conta corrente, no distante ano de 1998. O banco condenado terá de pagar a merreca de R$ 28 mil pelos prejuízos causados – isso 11 anos depois.

O problema não está na tecnicidade jurídica da decisão – que impede o cálculo de indenizações no sistema de juros sobre juros. O problema é que a Justiça não toma decisões iguais quando os bancos cobram dívidas usando tal cálculo usurário. Agora, o STJ decidiu que a restituição de valores retirados irregularmente de contas correntes de empresas deve ser realizada com acréscimo de juros remuneratórios de 1% ao mês, além de correção monetária pelo INPC e juros de 0,5% ao mês.

A empresa lesada pedia na Justiça que o banco pagasse um valor atualizado com juros sobre juros e atualizado pelas taxas praticadas pelo banco Bandeirantes para o cheque especial. Em 1998, a empresa chegou a ganhar em primeira instância, quando o banco (que anos depois foi assimilado pelo Unibanco) foi condenado a pagar R$ 348 mil à empresa. Um ano depois – feitas as contas nos moldes que os bancos penalizam seus endividados correntistas –, o valor chegou a R$ 1,6 milhão. Em fevereiro deste ano, quando a ação chegou para julgamento final no STF atingiu R$ 1,77 bilhão. O valor do débito a ser pago quase prejudicou a operação de fusão do Unibanco com o Itaú.

O Unibanco foi salvo pelo STJ porque os ministros Aldir Passarinho Júnior, Fernando Gonçalves, Luiz Felipe Salomão e João Otávio Noronha acataram a tese do advogado do Unibanco, Alexandre Wald, de que havia uma notória tentativa de enriquecimento sem causa praticada pela empresa Transporte Pontes, que moveu a ação. Os ministros do STJ decidiram que não há como punir as instituições financeiras aplicando contra elas a correção de indébitos pela mesma taxa de juros do cheque especial capitalizada.

Curiosamente, os bancos agem assim contra quem lhes deve. Ou seja, graças ao STJ, os bancos não são mais obrigados a provar do próprio veneno, quando prejudicam os correntistas.

Tags: , , , , , , , , , , ,

SERÁ QUE PRECISAMOS DE CARTÃO DE CRÉDITO?

Posted by manoel on fevereiro 15, 2009
Artigos / No Comments

Quando ele não existia, será que as pessoas eram infelizes? ninguém comprava nada? ninguém fazia negócio nenhum? alguém sofria, pelo fato dele não existir? Alguém que desejasse comprar uma roupa, um eletrodoméstico ou outra coisa qualquer, ficava sem o produto, só porque ele não existia?

Que tal a gente questionar um pouquinho sobre isto?

Encontrei-me com um amigo, que se manifestava muito feliz, quando eu lhe perguntei o motivo:

- “Ah, Alamar, hoje eu tive o prazer de poder dar o primeiro cartão de crédito para os meus filhos. O meu garoto tem 15 anos e a menina 14. Eles ficaram numa felicidade tão grande, disseram que me amam… enfim, tô muito feliz”.

Tive vontade de dizer para ele: “grandes coisas”, mas, devido a um pouco de experiência nessa coisa do comportamental humano, preferi ficar calado e nem quis, pelo menos naquele momento de tanta “alegria” dele, falar sobre o que vou escrever aqui.

É bom ter um público leitor racional, porque a gente, sem dificuldade nenhuma, pode convidá-lo a raciocinar sempre, em cima dos diversos assuntos abordados.

Raciocinemos, então, fazendo vários questionamentos:

Quando uma organização financeira se dispõe a lhe dar um cartão de crédito, ela está fazendo algum favor a você ou a ela mesma?

Quando um gerente de banco lhe pede reciprocidade e fidelidade ao banco, sob a argumentação de que vai liberar para você, as três bandeiras de cartões: Visa, Mastercard e American Express, com um “bom” limite, ele está sendo gentil ou está lhe passando um atestado de idiota?

Na sua opinião, ter cartões de crédito representa status? Sob os olhos de quem?

O fato de os outros acharem que você é uma pessoa importante, pelo fato de ter muitos cartões de crédito, representa algo de relevante para você?

Tenho a impressão de que o nosso nível de importância independe do que os outros acham, já que caracteriza-se, apenas e somente, pelos verdadeiros e autênticos valores que temos, independentemente dos olhos de quem quer que seja, não é verdade?

Pois bem. Analisemos um aspecto aqui:

Se eu tenho, em minha casa, uma caixa d’água que recebe, no máximo, 100 litros de água, em um dia, é possível eu conseguir retirar mais de 100 litros, nas torneiras, no dia?

Claro que não! É a lógica que afirma este NÃO, e não apenas a opinião pessoal do Alamar.

Se eu tenho um ganho mensal de apenas 2 mil reais, qual o milagre que farei para assumir compromissos de pagar 2 mil e quinhentos reais por mês?

Não adianta implorar para que a torneira tenha água, porque a caixa d’água não tem.

Só mesmo a onda do sindicalismo para querer que todas as empresas garantam os empregos e os salários dos funcionários, sem que elas tenham garantias de entrada nas suas caixas d’águas. Só milagre, mesmo.

Dividamos o nosso ganho mensal, no exemplo aqui na base de 2 mil reais, pelos compromissos que temos: aluguel (ou prestação da casa), conta de luz, telefone, condomínio ou conta de água, plano de saúde, colégio ou faculdade, transporte, supermercado e laser. Enquadremos tudo dentro destas necessidades fundamentais.

Todo mês eu tenho estas despesas e não posso, nunca, assumir compromissos acima de 2 mil reais.

Se eu opto por pagar o supermercado e o lazer, por exemplo, com cartão de crédito, qual a vantagem que eu levo?

Eu ganho o quê, com isto?

Suponhamos que destes meus 2000 reais, 400 reais é o que eu gasto com supermercados.

 

Agora raciocine: Queira ou não, este mês eu tenho que gastar 400 reais, que são os 400 deste mês e não os do mês seguinte, que já serão outros.

Quando utilizo o cartão de crédito para fazer a compra deste mês, porém deixando para pagar no mês seguinte, eu estou retirando do mês seguinte os 400 reais daquele mês, portando, ficando sem dinheiro para supermercado, naquele mês.

O que vai acontecer?

Vou entrar num círculo vicioso terrível e ter que, novamente, comprar por cartão de crédito, deixando sempre para pagar as minhas contas, deste mês, no mês que vem, no mês que vem, no mês que vem…

É exatamente isto que as operadores de cartões de crédito querem: Colocar a gente no vício, exatamente como os traficantes fazem com os adolescentes, para os introduzirem no vício escravizador e destruidor.

Agora veja no que elas apostam, porque têm certeza:

Que a grande maioria das pessoas vai cair no tal pagamento pelo mínimo, ou, invariavelmente, em alguns meses, atrasarão o pagamento da fatura, caindo,    automaticamente, na onda dos JUROS ALTOS que sempre se transformam em bolas de neves.

 É nisto que eles lucram e este é o maior interesse deles.

Portanto, ter cartão de crédito não é iniciativa inteligente para ninguém, é submeter-se a uma estratégia muito sem vergonha de grupos financeiros gananciosos, que trás a marca do “status”, apenas para enganar trouxas.

Ora bolas, se eu tenho 400 reais a pagar de supermercados, todos os meses, por que eu não faço um esforço para pagar os 400 deste mês, com o dinheiro que recebo este mês e não no mês que vem?

Não é muito mais interessante a gente utilizar o cartão de débito (este sim, vale a pena ser usado), em vez do de crédito?

A título de sugestão… sugestão, apenas… passo aos meus amigos a estratégia que eu montei, em relação ao meu filhinho, que também tem 14 anos.

Não vou querer que ele me veja com modelo financeiro, porque, eu também não tinha experiência nenhuma, fui otário, me deixei levar pelo que todo o mundo faz, acreditei na idiotice do “status”, entrei neste vício e me dei mal várias vezes.

Exatamente por ter pego todas estas porradas, pela experiência, é que quero estabelecer um modelo diferente para ele.

Primeiro: Que ele jamais dependa de cartão de crédito.

É preciso começar a ganhar o seu dinheirinho agora, mas com trabalho e não como esse modelo besta que muitos pais adotam, das chamadas mesadas fáceis, a troco de nada, apenas para esnobar a sua condição econômica. Ele tem que fazer alguma coisa, tem que ajudar em alguma coisa, para poder ganhar, já que o mundo não vai dar dinheiro de graça para ele, nunca. Se para ganhar, com trabalho, já não é fácil, imagine sem fazer nada.

Só que, tudo isto, com uma orientação diferente, que eu não tive e tenho quase certeza de que você também não teve:

Acostumar-se a não gastar 100% do que ganha.

Ele deve gastar apenas 60% e aplicar 40%, todos os meses.

- “Ah, Alamar, me desculpe, mas isto não existe! Quem é que vai conseguir gastar só 60% do que ganha? Quanto por cento do povo brasileiro tem condições de aplicar alguma coisa?”. É o que alguns amigos, certamente, dirão.

Eu concordo, eu não consigo e certamente você também não consegue. Mas isto porque nós nos acostumamos a gastar cem por cento, já que nunca tivemos educação financeira, posto que isto não é ensinado em escola nenhuma do Brasil e muito menos em casa, pelos nossos pais, que também não aprenderam.

Mas os nossos filhos não têm que ser exatamente iguais a gente, em tudo. Eles têm que herdar apenas os valores positivos, como os valores morais e as coisas boas que temos.

Se ele se acostuma, como criança entrando na adolescência, num determinado padrão de educação financeira, certamente vai entrar na fase adulta com aquela educação e não terá os problemas que muitos de nós tivemos.

Entre vários exemplos, é importante que os nossos filhos não cresçam com a obrigação de TER que dar presente à mãe no “Dias das mães”, porque esta prática não representa manifestação de carinho nenhum às nossas mães e sim apenas atender as conveniências do segmento lojista, e nada mais.

Quem ama a sua mãe, dá presente a ela em qualquer época do ano e não necessariamente no dia em que o mercado consumista impõe. Quem ama a sua mãe dá o melhor presente, que é o carinho, o afeto, a consideração, a companhia e não a faz de empregada doméstica, como muitos fazem.

Chantagista é a mãe que não percebe isto e fica cobrando dos filhos, alegando que eles não “lembraram” delas e que não dão valor a elas, num dia tão “importante”. Afinal de contas, importante pra quem?

O mesmo raciocínio se aplica aos presentes de natal, dia da criança, dia dos namorados, dia disto e dia daquilo. Pra quê?

Eu, por exemplo, não comprei absolutamente nada no mês de dezembro, quando tudo está mais caro, porque os lojistas sabem que o povo é besta e escravizado por uma cultura imposta, que impõe que em determinada época todo mundo tem que comprar, comprar, comprar e comprar. Mas procurei checar a média de preços dos produtos que eu pretendia, deixei para comprar em janeiro, quando tudo já estava em liquidação, e constatei que paguei menos de 40%, pelos mesmos produtos.

Por que eu tenho que comer bacalhau em minha casa, exatamente na chamada Semana Santa, se sei que neste período, este produto, que já é caro por natureza, fica muito mais caro? Que inteligência é a minha?

Que tal reunirmos a nossa família e propor:

Olha gente, o dia das mães em nossa família, será sempre comemorado em janeiro ou em agosto de cada ano, ok?

Pronto, compre um pó Cashmere Bouquet para sua mãe, nesse mês… (misericórdia, aí apelei demais. Será que ainda existe?)…, leve ela para almoçar ou jantar em um bom restaurante, que não estará tão caro, porque a procura não é tão grande, e pronto. Resolveu o problema, o carinho foi dado e a homenagem foi feita.

O grande problema é que a criatura humana adora ser submissa às conveniências dos outros, praticante do mesmismo e parece ter prazer em ser escrava do que os outros fazem e do que os outros pensam.

Ora, vá caçar o que fazer, mande essa figura chamada “os outros” para… e cultive a prática da independência total e absoluta.

Entendamos que essa figura, “os outros”, não nos ajuda em nada, não paga as nossas despesas, nunca estará ao nosso lado nos momentos difíceis, jamais moverá uma palha em nosso favor ou para livrar-nos de algum mal. Por que temos que ser tão submissos a ela?

Quem compra a vista leva SEMPRE mais vantagem, consegue descontos, livra-se de juros, de multas, de aborrecimentos e o dinheiro rende muito mais. Cartão de débito sempre, de “crédito” nunca.

 Para a sua apreciação.

 

Alamar Régis Carvalho

Analista de Sistemas e Escritor

Tags: , , , , , , , , , , , ,