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Cultura

CDH debate situação dos quilombolas

Posted by gui on novembro 05, 2011
Notícias Senado / No Comments

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A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza na próxima segunda-feira (7) audiência pública para debater a situação da população das terras remanescentes dos quilombos no Brasil. O encontro se soma à mobilização da Campanha Nacional em Defesa dos Povos Quilombolas, organizada pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).

A intenção é tornar mais conhecida da população a própria existência dos antigos quilombos, que não são vistos como entidade com cultura e direitos. No debate, também se falará das ameaças de expropriação de terras de quilombolas e da ausência de serviços sociais nesses locais, como água tratada, saneamento e até mesmo educação.

Para o debate, foram convidados a ministra da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros; o ministro do Desenvolvimento Agrário Afonso Bandeira Florence; o presidente do Incra, Celson Lisboa de Lacerda; o presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Ferreira; o defensor público-geral federal, Haman Tabosa de Moraes e Córdova; a subprocuradora-geral da República, Débora Duprat; o advogado-geral da União, Luis Inácio Lucena Adams; e o coordenador executivo da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, Ivo Fonseca.

A reunião será iniciada às 9h, na sala 2 da ala Nilo Coelho.

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QUALIDADE DE PREFEITOS

Posted by gui on agosto 08, 2011
Política Geral / No Comments
Chega de prefeitos despreparados !
03/08/2011

Aristóteles Drummond

O nível médio de nossos prefeitos deixa muito a desejar, mesmo em algumas capitais e cidades de porte médio. Nossa democracia precisa se aperfeiçoar no sentido de se dar mais valor aos partidos e a estes condições para selecionarem seus quadros com mais critério. O reclamo pela meritocracia pode incluir as chapas dos partidos para todos os cargos eletivos. Não se trata de escolaridade, mas de conceito, experiência e representatividade. 

Com uma legislação eleitoral dirigida para o que promete mais ou é simplesmente mais conhecido, o eleito quase sempre não é o mais indicado. Os prefeitos sem carisma eleitoral – ao longo da história-, muitas vezes foram os melhores. E exemplos como o Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, Américo Gianetti da Fonseca, em Belo Horizonte, Marcos Tamoio, no Rio. E governadores como Almirante Faria Lima, na fusão da Guanabara com o Estado do Rio. E até presidentes, como os quatro bons generais que foram Castelo, Costa e Silva, Médici e Figueiredo, segundo bela avaliação de Delfim Netto em entrevista dada, há tempos, na TV Câmara, disponível na Internet.

O ideal é que as responsabilidades de atendimento à população sejam cada vez mais entregues aos municípios, mas é preciso qualidade de gestão para que os recursos sejam aplicados de maneira adequada. Mesmo agindo de boa fé, a maioria erra, e muito. O despreparo dos prefeitos é mero reflexo do baixo nível da educação no Brasil. Temos de reagir, e rápido . 

A legislação tem de ser moderna, dinâmica, para atender às necessidades da população. Temos de melhorar a regulamentação do saneamento básico, neste caso, retirando poderes das prefeituras, uma vez que o suprimento de água é por bacias e não por fronteiras políticas. O perfil do ensino, especialmente nas carreiras mais técnicas. A metade dos que ingressam nos cursos de engenharia, por exemplo, não chegam a ao terceiro ano. Logo, antes de aumentar as vagas, deve-se tratar de aumentar o número dos que concluem as vagas existentes. E tudo parece refletir o baixo nível do ensino de nível médio em matemática, física e química. 

Uma grande vergonha é a criação de universidades municipais. Uma aberração, uma vez que os cursos são caros, demandam investimento permanente. Criar bolsas municipais poderia ser uma boa idéia nos municípios que não dispõem de cursos. As bolsas seriam para anuidades, transporte e alimentação, tendo, em contrapartida, o desempenho e a assiduidade do aluno. Políticos e dirigentes partidários modernos, como os vice do Rio e de Minas, Pezão e Alberto Pinto Coelho, estão nessa linha, preocupados que as forças políticas que representam escolham com rigoroso critério seus candidatos já para o ano que vem. 

A reforma política deve chegar ao detalhe do preparo dos candidatos, para não desgastarmos o regime pela via da desmoralização e da decepção.

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INCENTIVO FISCAL PARA A CULTURA E O FUNDO MUNICIPAL DA CULTURA – FMC

Posted by gui on setembro 06, 2009
Leis Municipais / No Comments

O Prefeito deve criar no âmbito do Município o Fundo Municipal da Cultura – FMC e o Incentivo Fiscal com a finalidade de captar e canalizar recursos de modo a:
* Contribuir para facilitar, a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;
* Priorizar a produção e o consumo de bens culturais e artísticos originários do Município, valorizando recursos humanos e conteúdos locais;
* Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio histórico e cultural do Município;
* Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.
Para o Incentivo Fiscal, o percentual de 1,5% (um e meio por cento) da receita orçada proveniente do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS e do Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana -IPTU.
A Lei Orçamentária Anual destinará recursos, como transferências correntes, ao Fundo Municipal da Cultura – FMC, no valor mínimo correspondente a 0,5% (meio por cento) da receita orçada dos impostos citados no artigo anterior.
Fundo Municipal da Cultura – FMC é a fonte de recursos que financiará projetos culturais em até 100% (cem por cento) do valor orçado, mediante prévia aprovação por Comissão especialmente designada para esse fim, na forma do disposto nesta lei e na sua regulamentação.
Os produtos resultantes dos projetos financiados pelo Fundo Municipal da Cultura – FMC não poderão ser comercializados.
O Incentivo Fiscal corresponde à dedução fiscal no pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISS e do Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU, até o limite de 20% (vinte por cento) do valor de cada incidência dos tributos, por parte do contribuinte do Município:
* Mecenato Subsidiado: a transferência gratuita de recursos pelo incentivador ao empreendedor para a realização de projeto cultural, com finalidades promocionais, publicitárias ou de retorno institucional.

(Vide nosso modelo completo sobre incentivo fiscal para a cultura em nosso volume nº 47 – consulte EBOOKS em nossa Loja Virtual).
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“O sorriso é a chave que abre todas as portas”.

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LEI ROUANET – INCENTIVO CULTURAL

Posted by gui on maio 06, 2009
Política Geral / No Comments

Mudanças da Lei Rouanet já recebeu mais de 1,2 mil sugestões

 

DCI – 03/05/09BRASÍLIA

O Ministério da Cultura já recebeu mais de 1.200 sugestões de pessoas e entidades interessadas na proposta de reformulação da Lei Rouanet. O texto está disponível para consulta pública no site do ministério e as sugestões estão sendo enviadas para um email (profic@planalto.gov.br) e para o blog da lei.

As mensagens sugerem principalmente a criação de novos fundos para fomentar diversos setores culturais, como por exemplo um Fundo Setorial de Teatro e um de Artes Visuais. As mudanças na lei já prevêem a reestruturação do Fundo Nacional de Cultura, com a criação de fundos setoriais para Artes (teatro, circo, dança, artes visuais e música), Livro e Leitura, Cidadania, Identidade e Diversidade Cultural e Memória e Patrimônio Cultural Brasileiro.

Artistas, entidades ligadas à cultura e Institutos também têm se manifestado em apoio ou discordância da lei. A Fundação Roberto Marinho, por exemplo, encaminhou nota ao ministério criticando o novo texto, porque acredita que ele irá desestimular os empresários a financiarem projetos culturais.

Um outro documento com sugestões foi entregue por um grupo de entidades representantes de empresários, que incluiu o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), o Serviço Social da Indústria (Sesi) da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Social do Transporte (Sest) da Confederação Nacional do Transporte (CNT). As sugestões dos empresários se basearam em princípios que a lei deveria seguir para propiciar que o financiamento da cultura seja mais transparente e que o acesso a ele seja mais democrático.

Segundo a assessoria de imprensa do ministério, um dos trechos do novo texto da Lei Rouanet, que tem causado polêmica, é o que se refere ao uso educacional das obras financiadas com dinheiro público. De acordo com a proposta, elas ficariam disponíveis para serem usadas em escolas depois de um ano e meio, sem que o Estado precisasse pagar os direitos autorais. Ainda de acordo com a assessoria, o ministério já admitiu mudar o texto, mas esse dispositivo deverá ser mantido.

Ler Mais: DCI 

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