Política,Política Geral

PF apreendeu cerca de 100 joias na casa de Adriana Ancelmo, afirmam procuradores do MPF

11 dez , 2016  

A força-tarefa da Operação Lava-Jato afirmou na manhã desta quarta-feira que, ontem, foram encontradas cerca de 100 joias na casa da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo. Ela foi presa na tarde de ontem, 19 dias após o marido, o ex-governador Sérgio Cabral. Uma perícia avaliará o valor e a autenticidade das peças. De acordo com os procuradores, ainda pode haver joias escondidas, o que configuraria ocultação de bens, e esse seria um dos motivos para as prisões.

– Com joias se consegue guardar dinheiro de forma mais fácil. A expectativa é que ainda existem joias escondidas, ocultadas até hoje. Para nós fica claro que a ocultação de bens, ainda pode estar ocorrendo. Esse é um dos motivos da prisão preventiva dos acusados – declarou o procurador José Augusto Vagos.

A declaração foi dada em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira sobre o oferecimento de denúncia contra o ex-governador Sérgio Cabral, a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo e mais 11 aliados no âmbito da Lava-Jato. Na denúncia, o MPF acusa os réus de usarem obras do governo do Estado para cometer corrupção e lavagem de dinheiro desde 2007. O grupo seria liderado por Cabral, e teria desviado pelo menos R$ 224 milhões.

As obras envolvidas seriam a urbanização em Manguinhos (PAC Favelas), a construção do Arco Metropolitano, e a reforma do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014. Haveria, ainda, outras, que não foram incluídas na denúncia pois não tiveram “apuração completa”

 

https://www.portalaz.com.br/noticia/politica/385570/pf-apreendeu-cerca-de-100-joias-na-casa-de-adriana-ancelmo-afirmam-procurad

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Brasil

Exército encomenda 1.580 tanques da Iveco até 2035

5 dez , 2016  

tanques

Cuidado. Linha de produção do Guarani é quase artesanal, com pinturas à mão e vários testes; a montagem de um veículo dura 90 dias
PUBLICADO EM 05/12/16 – 03h00

O Exército brasileiro encomendou 1.580 tanques Guarani para a Iveco, que devem ser entregues até 2035. O Guarani é blindado, anfíbio e tem tração 6×6. O valor da transação é de R$ 5,9 bilhões. O contrato, conforme o Exército declarou à reportagem, foi assinado no último dia 22 de novembro.

O veículo substituiu o Urutu, modelo que ainda é usado atualmente. O motor é importado da Argentina e montado na fábrica da Iveco em Sete Lagoas, na região Central de Minas Gerais. A potência do blindado é de 383 cavalos, equivalente à de seis carros de passeio, o que faz o veículo ser capaz de subir rampas muito inclinadas. Os combustíveis são o diesel e o querosene de aviões.

O Viatura Blindada Multitarefa Leve sobre Rodas (VBTP-MR) Guarani pode transportar até 11 pessoas e tem peso bruto de 18 toneladas. O veículo, que conta ainda com transmissão automática e capacidade anfíbia, pode ser transportado, por exemplo, pela aeronave KC-390, da Embraer.

São cerca de 9.000 peças, boa parte delas montada à mão, de forma quase artesanal, o que faz com que o processo de produção leve, em média, três meses para uma única unidade. O blindado, dotado de tecnologia de ponta, inclui itens como sistema automático de detecção e extinção de incêndio com oito extintores, capacidade de operação noturna de série, posicionamento global por satélite (GPS), ar-condicionado e elevada proteção balística e antiminas.

Procurada pela reportagem, a Iveco informou que não vai falar sobre o assunto. A relação da montadora com as Forças Armadas não é recente. A parceria, conforme a Iveco Veículos de Segurança informa em seu site, começou em 2008. A primeira unidade foi entregue em 2012, e a centésima foi liberada em 2014. Até maio de 2015, já haviam sido produzidas 130 unidades para o Exército.

Histórico. A fábrica de veículos de defesa da Iveco foi inaugurada em junho de 2013, consumiu cerca de R$ 100 milhões em investimentos e tinha como objetivo montar o Guarani para o Exército, com potencial de disputar mercados de Forças Armadas de outros países.

Em 2007, a Iveco venceu a licitação para fornecer, até 2030, os blindados ao Exército brasileiro. No entanto, nem os militares, nem a Iveco informaram se esse contrato assinado em 22 de novembro é a continuação dessa licitação de nove anos atrás, um adendo ou um novo acordo. Também não há dados recentes de quantos blindados foram entregues até agora..

CONTRATO

Outro acordo já estaria em curso

O Exército brasileiro também teria selecionado a Iveco para fornecer outro blindado, o Light Multirole Vehicle (LMV). Segundo informações do site forte.jor.br, a empresa teria vencido o programa Viatura Blindada Multitarefa Leve sobre Rodas (VBMT-LR). A informação é atribuída ao Escritório Projetos do Exército (EPEX), e o fato teria ocorrido em abril deste ano.

O Exército deve entrar em contato com a Iveco em breve para a assinatura de um contrato que contemplará 32 veículos iniciais em configurações multifunção. O LMV teria concorrido, segundo informações do site, com o Avibras Tupi, uma versão local do Sherpa, da Renault Trucks. (Da redação)

 

Fonte:.http://www.otempo.com.br/capa/economia/ex%C3%A9rcito-encomenda-1-580-tanques-da-iveco-at%C3%A9-2035-1.1407883

 

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Governo inicia mobilização de combate ao Aedes aegypti

2 dez , 2016  

Agentes vão reforçar conscientização para eliminação de focos para evitar transmissão de doençasGabriel Jabur/Agência Brasília

Agentes vão reforçar conscientização para eliminação de focos para evitar transmissão de doenças

O governo federal inicia, nesta sexta-feira (2), a mobilização nacional de enfrentamento do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. No Dia Nacional de Combate ao Mosquito, os ministros de Estado visitarão várias capitais como parte da missão de conscientizar a população.

O mutirão será realizado em órgãos públicos e estatais, unidades de saúde, escolas, residências, canteiros de obras e outros locais, marcando a intensificação das ações de combate e, consequentemente, impedindo a proliferação do mosquito.

A ideia é que, a partir do dia de mobilização, todas as sextas-feiras sejam dedicadas para verificação de possíveis focos, incentivando todos os segmentos da sociedade a fazer a sua parte. Essa campanha traz como foco “Sexta sem mosquito. Toda sexta é dia do mutirão nacional de combate”.

A nova campanha chama a atenção para as consequências das doenças causadas pela chikungunya, zika e dengue, além da importância de eliminar os focos do Aedes. “Um simples mosquito pode marcar uma vida. Um simples gesto pode salvar” alerta a campanha, que será veiculada em TV, rádio, internet, redes sociais em pontos de ônibus e outdoors no período de 24 de novembro a 23 de dezembro. A ideia é sensibilizar as pessoas para que percebam que é muito melhor cuidar do foco do mosquito do que sofrer as consequências da omissão.

Programação

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, participa das atividades em Belém (PA) e Manaus (AM). Já Dyogo Oliveira, do Planejamento, estará em Palmas (TO). O ministro Maurício Quintella, da pasta dos Transportes, coordena as ações em Maceió (AL). O ministro do Turismo, Marx Beltrão, visita Fortaleza (CE) e Junqueiro (AL). Enquanto isso, Bruno Araújo, das Cidades, vai a João Pessoa (PB). Araújo e Raul Jungmann, da Defesa, atuarão na missão em Recife (PE).

No Sudeste, o ministro da Cultura, Roberto Freire, viaja para Vitória (ES). Leonardo Picciani, do Esporte, lidera das ações no Rio de Janeiro (RJ), e Mendonça Filho, da Educação, estará em São Paulo (SP), assim como o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab.

No Sul, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, orienta os trabalhos em Curitiba (PR), e Eliseu Padilha, da Casa Civil, vai a Porto Alegre (RS). A advogada-geral da União, Grace Maria Mendonça, participa da mobilização em Goiânia (GO). Além disso, Torquato Jardim, da pasta da Transparência, visita Cuiabá (MT), e o ministro do gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, vai a Campo Grande (MS).

Além de autoridades, militares das Forças Armadas, agentes de saúde e de defesa civil também estarão nas ruas para promover o enfrentamento ao Aedes.

Epidemia

Desde a identificação do zika vírus no Brasil e a associação com os casos de malformações neurológicas, no segundo semestre de 2015, o governo federal tem tratado o tema como prioridade. Por isso, no final do ano passado, foi criada a Sala Nacional de Coordenação e Controle, além de 27 salas estaduais e 1.821 salas municipais, com o objetivo de gerenciar e monitorar as iniciativas de mobilização e combate ao vetor, bem como a execução das ações do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia. A sala nacional é coordenada pelo Ministério da Saúde e conta com a presença dos integrantes de nove pastas federais.

Cabe a esse grupo definir diretrizes para intensificar a mobilização e o combate ao mosquito Aedes aegypti em todo território nacional, além de consolidar e divulgar informações sobre as ações e os resultados obtidos. Também faz parte das diretrizes, coordenar as ações dos órgãos federais, como a disponibilização de recursos humanos, insumos, equipamentos e apoio técnico e logístico, em articulação com órgãos estaduais, distritais, municipais e entes privados envolvidos.

Fonte: Portal Brasil

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TRUMP e a era das incertezas

11 nov , 2016  

Donald Trump já era um famoso empresário do ramo imobiliário nos Estados Unidos quando estreou um programa de tevê em que demitia participantes até contratar o finalista. O jogo foi um sucesso e virou uma franquia, ganhando versões inclusive no Brasil. Doze anos depois, o excêntrico apresentador de 70 anos pediu aos americanos que o contratassem. Como presidente, ele traria de volta os anos de prosperidade. Faria a ?América grande de novo?. Os eleitores compraram essa ideia e o escolheram como o próximo presidente do país, contrariando os prognósticos que davam como certa a vitória da experiente, mas desgastada, Hillary Clinton.

Protestos começaram com estudantes de Oakland, Califórnia, e se espalharam por cidades como Nova York, Chicago e Seattle. Nos cartazes, um convite para lutar contra o racismo (que atinge negros, muçulmanos, imigrantes e outras minorias) que o presidente eleito tantas vezes propagou em comícios e entrevistas. Para eles, Trump representa mais um perigoso degrau na escalada do ódio, que tem se espalhado por diversos países.

O voto pela ruptura com a União Europeia expôs profundo ressentimento dos britânicos com os imigrantes e a globalização. A xenofobia travestida de nacionalismo impulsiona o apoio crescente a radicais de extrema-direta, como Marine Le Pen, na França, e a Alternativa para a Alemanha. No mercado financeiro, que apostava na vitória de Hillary Clinton, os principais índices caíram com a ansiedade gerada na madrugada da quarta-feira 9. O peso mexicano despencou mais de 7%.

No último ano e meio, Trump surpreendeu o público de diversas maneiras. Desde que foi eleito, surpreendeu de novo ao adotar um tom conciliador. ?Serei presidente para todos os americanos?, discursou em Nova York, momentos após a confirmação da vitória. ?Trabalhando juntos, vamos começar a tarefa urgente de reconstruir nossa nação e renovar o sonho americano.? Depois do encontro com Barack Obama na quinta-feira 10, o republicano afirmou que gostaria de ter o presidente como conselheiro, marcando o início de uma transição pacífica, em contraste com a campanha mais polarizadora da história recente do país. ?Devemos a Trump uma mente aberta e uma chance de governar?, disse Hillary, emocionada, ao reconhecer a derrota.

Ninguém sabe quem será o Trump presidente. Um estranho dentro de seu próprio partido, o empresário é o primeiro presidente desde Dwight Eisenhower (general que governou entre 1953 e 1961) a se eleger sem ter construído uma carreira política. Na corrida presidencial, mentiu sem pudor, inventou números, escondeu sua declaração de impostos, prometeu coisas que estarão fora de sua alçada de poder. Na Casa Branca, talvez ele seja um moderado ? não é religioso como os membros do Tea Party ?, talvez se iluda com a confiança que recebeu.

Tamanha inconstância e falta de clareza também se manifestam no projeto de política internacional que seu governo pode colocar em prática a partir de 20 de janeiro de 2017. ?Trump é um homem imprevisível?, diz Carol Graham, analista do Instituto Brookings. ?Torço para que o dia-a-dia no governo modere seu discurso e que as instituições funcionem para colocar limites no que ele pretende fazer.? Pouco detalhado, o plano de Trump tem como mote a máxima ?America First? (ou ?América Primeiro?, em tradução livre) e pode acabar com mais de sete décadas de protagonismo geopolítico americano pelo mundo. Em linhas gerais, o plano prevê a retirada, nem sempre gradual, dos EUA da arena internacional nas suas mais variadas frentes.

Com isso, o país que era visto como uma força de estabilidade passa a ser poço de instabilidade. Sob Trump, os EUA podem encerrar mais de 20 anos de prosperidade econômica de seu maior aliado na América Latina: o México. Para além do muro, que nos moldes propostos pelo republicano seria impossível de construir, há perspectiva de revisão ou invalidação do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio, um dos grandes eixos de diálogo entre os dois países. ?Uma relação que era excelente passará a ser muito difícil?, diz Roberto Abdenur, embaixador do Brasil em Washington de 2004 a 2006 e membro do conselho do Centro Brasileiro de Relações Internacionais. Em campanha, Trump chegou a dizer que pretendia deportar dois milhões de criminosos mexicanos ? um número que ninguém sabe, ao certo, de onde veio.

Em linha com a agenda de rupturas, Trump também anunciou que pretende exigir que os 28 aliados que compõem a Organização do Tratado do Atlântico Norte, uma das mais bem sucedidas alianças militares da história, paguem pela proteção que recebem dos EUA ? isso também serve para o Japão, aliado histórico que abriga mais de 20 bases americanas. O temor é de que, com o abandono dos americanos, a China amplie sua área de influência e a Rússia ganhe força no Leste Europeu, anexando nações como Estônia, Letônia e Lituânia, como já aconteceu com a Crimeia e partes da Ucrânia. ?O que Trump parece não entender é que proteger esses países não é um favor que o Pentágono faz?, afirma o embaixador Abdenur. ?Protegê-los é estratégico para o próprio país.?

Dos temas que mais preocupam os aliados tradicionais dos americanos, a boa relação com o presidente russo, Vladimir Putin, ocupa o topo. ?A Rússia foi um dos primeiros países a parabenizar Trump pela vitória?, lembra Graham, do Instituto Brookings. ?O presidente eleito admira Putin e Putin o admira.? A simpatia mútua pode refletir nos rumos da Guerra da Síria. Nos últimos anos, os EUA apoiaram os rebeldes contra o presidente Bashar al-Assad, amigo de Moscou. Agora, há espaço para Washington apoiar uma solução para o fim da guerra que inclua a manutenção de Assad no poder, hipótese que horroriza a União Europeia e as instituições de defesa dos direitos humanos. Permitir a expansão da influência russa no continente estaria em linha com a ideia de não intervenção que parece permear a política externa de Trump e que pode se manifestar até numa das grandes bandeiras do republicano: o combate ao grupo Estado Islâmico (EI). Como Trump tem mostrado pouca disposição para entrar em novos conflitos, o entendimento entre os especialistas é de que seus esforços para derrotar os terroristas se limitarão a dar continuidade à operação militar em Mossul, no Iraque, iniciada por Obama.
AUTÊNTICO

Trump subverteu a maneira de fazer campanha. Assumiu a figura de falastrão como sendo sua verdadeira personalidade, sem máscaras. No meio do caminho, falou demais, ofendeu de mexicanos a deficientes físicos.

Reduziu mulheres às suas características físicas. Contrariou assessores, suprimiu o politicamente correto. Desafiou a cúpula partidária, intimidou jornalistas e colocou em dúvida a credibilidade do sistema eleitoral americano. No último debate com Hillary Clinton, chegou a sugerir que não aceitaria o resultado das urnas se elas apontassem para a vitória da democrata. Investiu um terço do que Hillary colocou em anúncios de tevê, mesmo porque também arrecadou bem menos dinheiro. Ela levantou US$ 513 milhões, ele, US$ 255 milhões. Entre os poucos grupos que o apoiaram publicamente, o mais ruidoso foi a Associação Nacional de Rifles, principal lobista da venda e do porte de armas no país ? mas mais importante que tudo isso: Trump ganhou muita mídia espontânea. Até março, quando ainda disputava as primárias, recebeu o equivalente a US$ 2 bilhões em cobertura gratuita, nos cálculos do jornal The New York Times.

Com esse aparato, a imagem de autêntico colou. Apesar dos inúmeros comentários sexistas que fez nos últimos meses e durante toda a carreira ? sobretudo, no período em que foi dono de concursos de beleza ?, Trump obteve mais da metade dos votos das mulheres brancas, uma fatia do eleitorado que se mantém fiel ao Partido Republicano. Isso não dissipou, contudo, as desconfianças sobre o efeito que seu governo teria nos direitos das mulheres. ?A Presidência de Trump será de vastadora para nós?, disse à ISTOÉ a texana Gloria Feldt, presidente do ?Take the Lead? (?Assuma a liderança?), movimento que incentiva a participação feminina em posições de liderança. ?A começar pela Suprema Corte. Ele vai nomear ao menos um juiz, que deverá se opor aos direitos reprodutivos.? Segundo Gloria, isso inclui o aborto, mas também se traduz em resistência a ações afirmativas, como uma legislação que garanta a igualdade de remuneração entre homens e mulheres. ?O futuro dos direitos femininos não estará no nível federal, mas nos Estados?, afirma.

Os conservadores representados pelos republicanos, que agora também têm maioria na Câmara e no Senado, foram muito questionados ao longo do último ciclo eleitoral. A transformação demográfica pela qual os EUA passam, com o aumento da proporção das minorias na população, é considerada prejudicial ao partido, fortemente ligado aos homens brancos. ?Os democratas confiaram muito que haveria uma onda de votos latinos?, afirma Sherry Jeffe, professora da Universidade do Sul da Califórnia, uma das poucas instituições que previu a vitória de Trump. ?Mas isso vai demorar mais tempo para acontecer do que eles gostariam.? Sherry argumenta que os jovens latinos são cada vez mais significativos dentro do eleitorado americano e, em geral, eles se identificam mais com os democratas. O problema é o comparecimento às urnas: Hillary não era a candidata que os faria sair de casa para votar.

ERROS NAS PESQUISAS
Parte da surpresa com a vitória de Trump é resultado justamente dos erros das pesquisas de opinião. Elas falharam em detectar quem eram os potenciais eleitores, inclusive aqueles que se decidiram de última hora ? em alguns Estados, é possível se registrar no momento da votação. Considerando que Hillary esteve consistentemente na frente do empresário na maioria das sondagens semana após semana, os institutos projetaram que ela estaria na frente no dia 8 também. Alguns chegaram a colocar sua chance de vitória acima de 90%. Mas, nessas eleições, o número de indecisos foi extraordinariamente alto: acima de 10%, segundo o estatístico Drew Linzer. Em 2008 e 2012, esse índice ficou entre 4% e 6%.

Os institutos de pesquisa podem argumentar, contudo, que acertaram o resultado nacionalmente. Hillary, afinal, ganhou no voto popular, mas perdeu no colégio eleitoral, como o correligionário Al Gore, em 2000. Isso não significa que a maioria dos americanos prefira a candidata. Entre as distorções do sistema eleitoral do país, em alguns Estados não há nem campanha, porque eles são solidamente favoráveis a um dos dois grandes partidos. Os candidatos, então, preferem investir seus recursos em regiões onde de fato possam conseguir o apoio dos delegados. É assim na Califórnia, por exemplo. Se os republicanos tivessem alguma chance por lá, talvez mais eleitores tivessem se animado a votar em Trump.

Sua eleição também expôs os limites da mídia tradicional e as transformações que as redes sociais têm provocado na forma de se consumir informação. Trump derrotou Hillary apesar de os principais veículos de comunicação terem defendido abertamente a candidatura da adversária. Esse endosso foi enfraquecido pelo fato de as pessoas estarem se informando mais pelas redes sociais. Nessas plataformas, a tarefa de priorizar notícias é feita por algoritmos que dão preferência ao que o leitor tem mais chances de clicar. Ou seja, as pessoas são expostas principalmente a opiniões iguais às dela. Na chamada era da pós-verdade, boatos circulam livremente e a checagem de informações é um processo ultrapassado. Uma pesquisa do jornal The Washington Post, publicada uma semana antes da eleição, mostrou que 40% dos eleitores de Trump acreditavam que a taxa de desemprego no país era de 15% ou mais. O patamar verdadeiro é de 5%. ?Hillary começou a perder quando não reagiu eficientemente às coisas negativas que diziam sobre ela?, afirma Gloria Feldt. ?Trump a rotulou de criminosa e ela não o rebateu, porque pensou que a verdade falaria por si. Mas não falou.?

O novo presidente provavelmente vai frustrar os eleitores que acreditaram em promessas tão populistas quanto irrealizáveis. Trump, no entanto, terá a oportunidade de encerrar o Obamacare, um dos principais e mais controversos legados do atual presidente. Pela reforma promovida por Obama, todos os cidadãos são obrigados a ter um plano de saúde e os mais pobres são subsidiados pelo governo, já que não há um sistema público. Embora tenha garantido assistência para 22 milhões de pessoas, o programa é rejeitado por mais da metade da população. Na prática, prevalece a visão da classe média e das empresas, que se sentem sobrecarregadas pelos custos. Com a ajuda dos congressistas republicanos, que se opuseram fortemente à lei, Trump poderia ao menos cumprir a promessa de acabar com esse ?total desastre?, como costuma dizer ? não se sabe, no entanto, o que ele proporia no lugar. A incógnita Trump está apenas começando.

Fonte ISTOÉ

TRUMP e a era das incertezas

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Política Geral

PRESIDENTE TEMER

13 maio , 2016  

Michel Temer é o presidente em exercício do Brasil

Dilma Rousseff foi afastada por 180 dias para ser julgada.
No Senado, a instauração do processo foi por 55 votos a favor e 22 contra.

Julio Mosquera e Gioconda BrasilBrasília, DF

Michel Temer já é o presidente em exercício do Brasil. Depois de uma sessão no Senado que durou mais de 20 horas, a presidente Dilma Rousseff foi afastada e vai responder a processo por crime de responsabilidade. Ela deixou o cargo no fim da manhã desta quinta-feira (12).

Quarta-feira, 10h, a abertura da sessão. Quinta-feira, 6h33: o resultado da votação. Momento que a TV Globo mostrou ao vivo. Assista no vídeo acima.

Por mais de 21 horas, o plenário do Senado se dedicou exclusivamente ao debate e à votação do parecer que recomendava o afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República. Setenta senadores foram à tribuna anunciar como votariam.

No discurso o líder do PSDB, senador Cássio Cunha Lima, defendeu o processo de impeachment e a liberdade de expressão.

“A imprensa livre do nosso país nos trouxe até aqui. Apesar das tentativas de cerceá-la, de silenciá-la, foi a imprensa livre do nosso país que mostrou à nação inteira o que estava acontecendo, espontaneamente, nas ruas do Brasil, para que pudéssemos compreender esse instante”.

 

IMPEACHMENT NO SENADO
Afastamento de Dilma por 180 dias

Consciente da derrota, o senador Humberto Costa, do PT, que era líder do governo, falou como será o comportamento do partido agora oposição.

“Faremos uma oposição qualificada e consistente dentro deste congresso nacional e nas ruas do Brasil. Não esperem de nós gestos incendiários, mas também não esperem complacência, corpo mole e muito menos qualquer tipo de composição com o governo golpista e vergonhoso que mancha a história do nosso país”.

O senador Fernando Collor de Mello, do PTC, também se manifestou. Em 1992, Collor enfrentou um processo de impeachment. Vinte e quatro anos depois anunciou que votaria a favor do afastamento de Dilma. A senadora Rose de Freitas, do PMDB, que está tratamento de saúde, foi votar de cadeiras de rodas.

Enfrentando o cansaço, os senadores continuaram se revezando na tribuna durante toda madrugada. O último a falar, pouco depois das 5h30, foi o presidente da Comissão de Impeachment. Raimundo lira do PMDB votou a favor do afastamento.

Com o fim da lista de inscritos, a sessão entrou numa nova etapa. Em que o relator Antonio Anastasia, do PSDB, e o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, defenderam oposições opostas.

Anastasia fez referência a posicionamento dos ministros Teori Zavascki e Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, no sentido de que é o Senado que deve se manifestar em processo de natureza política.

“Não há base constitucional para qualquer intervenção do poder judiciário que, direta ou indiretamente, importe juízo de mérito sobre a ocorrência ou não dos fatos ou sobre a procedência ou não da acusação”.

E reiterou que há indícios suficientes para justificar o afastamento de Dilma Rousseff e citou um discurso em que Dilma reconhece que usava dinheiro de bancos públicos para pagar despesas do governo, o que é proibido pela lei de responsabilidade fiscal.

“Um discurso da senhora presidente da República, em Roraima, com a seguinte parte do texto – abro aspas: ‘a gente, o governo federal, é dono da Caixa Econômica Federal, nós somos os únicos donos, o governo federal. […] O que eles levantam é que muitas vezes a caixa paga o mês e aí nós recompomos o pagamento que a Caixa fez. O que que acontece? Quando chega no fim do ano, geralmente, a Caixa fica com mais dinheiro do que era o necessário. Mas, no mês em que ela não ficou com aquele dinheiro, nós pagamos juros para ela. O artigo 36 da lei de responsabilidade fiscal veda, de maneira explícita, a operação de crédito com conceito amplo exatamente entre a entidade que controla o banco oficial e esse mesmo banco oficial”.

José Eduardo Cardozo rebateu as acusações. “E as chamadas pedaladas fiscais? Atrasar pagamento é empréstimo? De onde se tira isso? Não é da lei de responsabilidade fiscal, que, alega-se, teria vedado esse tipo de operação. Não, porque lá se diz que operação de crédito é proibido. E aí, para justificar a situação, se diz: “não, por favor, não. É que o conceito de operação de crédito da lei de responsabilidade fiscal é diferente do conceito de operação de crédito das outras leis”.

Cardozo afirmou ainda que os atos praticados por Dilma não feriram as legislações vigentes. “Tanto o caso dos decretos como o caso das pedaladas, os dois casos, os dois casos, o Tribunal de Contas da União admitia aquilo. Mudou de opinião. E, no momento em que ele mudou de opinião, o governo seguiu a lei ditada na orientação do tribunal. Não foram praticados atos depois que o Tribunal de Contas mudou de opinião. Não há crime de responsabilidade praticado pela senhora presidente da República. O impeachment não se justifica”.

Os argumentos não convenceram os 55 senadores que votaram a favor do afastamento de Dilma Rousseff.

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IMPEACHMENT – AFASTAMENTO DE DILMA

12 maio , 2016  

O plenário do Senado Federal aprovou às 6h34 desta quinta-feira (12) a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff  (PT). Foram 55 votos a favor e 22 contra. Com a decisão, ela fica afastada do mandato por até 180 dias, até o julgamento final pelo Senado. Com o afastamento de Dilma, o vice Michel Temer (PMDB) assume como presidente em exercício.

(Veja como votou cada senador e partido)

A sessão começou às 10h de quarta-feira (11), adentrou a madrugada e durou mais de 20 horas. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não votou – ele só votaria em caso de empate. Dois senadores, de licença médica, se ausentaram: Jader Barbalho (PMDB-PA) e Eduardo Braga (PMDB-AM).

Dilma Rousseff e Michel Temer serão oficialmente notificados nesta quinta (12) da decisão do afastamento.

http://g1.globo.com/politica/processo-de-impeachment-de-dilma/noticia/2016/05/processo-de-impeachment-e-aberto-e-dilma-e-afastada-por-ate-180-dias.html

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ADÉLIA PRADO – ENTRE A PROSA E A POESIA

19 mar , 2016  

 

ENCONTRO

Afinidades entre a prosa e a poesia de Adélia Prado.

Escritora, que comemora 40 anos de carreira, transita entre segmentos literários, mas ancorada na poesia.

PUBLICADO EM 16/03/16 – 03h00

CARLOS ANDREI SIQUARA
Adélia Prado, que participará do Sempre um Papo hoje, no Grande Teatro do Palácio das Artes, começou a publicar os seus livros na década de 1970. Estudioso da obra da escritora mineira, Evaldo Balbino recorda que naquele momento o ambiente literário estava marcado por uma poesia herdeira do concretismo. Versos sintéticos e metalinguísticos predominavam nas criações desse período. Nesse contexto, os poemas de Adélia indicaram um outro caminho.

“Embora alguns dos poemas dela também tenham metalinguagem, eles não focam especificamente nisso. Esse recurso vai se diluindo a partir do olhar para outros referentes que pertencem a realidade externa à linguagem. Essa presença de elementos do mundo exterior é justamente o que vai chamar a atenção do público para o cotidiano do interior do Brasil e para uma religiosidade que até então vinha sendo muito negada”, afirma.

Ele frisa que essa temática é abordada nos poemas da escritora de maneira inovadora, especialmente ao abarcar uma fusão entre carne e espírito. “Isso não é recente e pode ser encontrada numa tradição ligada ao cristianismo. Há místicos espanhóis, por exemplo, que também faziam isso. Santa Tereza D’Ávila foi alguém, que, semelhante a Adélia, corporificou a alma”, explica.
Balbino acrescenta que outro traço importante na escrita de Adélia é a presença de uma polifonia, assumidamente comprometida em expressar as viabilidades de transitar por universos distintos. “Toda voz é polifônica, mas há algumas que assumem mais isso do que outras, como Adélia faz em suas poesias. No primeiro poema do livro ‘Bagagem’, por exemplo, encontra-se o verso: ‘Mulher é desdobrável. Eu sou’. Esse desdobramento se alinha com a possibilidade de assumir diversos papéis na vida. Ou seja, a sua escrita é religiosa, profana, sagrada, é intelectual, é permeada pelo olhar da dona de casa e de uma postura de simplicidade diante do cotidiano”, acrescenta.

Essa mesma atitude ele nota existir na prosa da escritora que ela apresenta paralelamente ao seu trabalho com a poesia. “O que se mantém nesses textos é a figura de uma poeta fazendo prosa. Adélia Prado caminha, assim, na linha de Clarice Lispector. Ela não constrói em suas ficções narradores tradicionais. Eles tecem verdadeiros monólogos mesmo quando estão se referindo a fatos do ambiente externo. O personagem estão mais ligado à introspecção e conduzem um fluxo de consciência que é mais importante do que a história propriamente dita”, afirma.

Em relação aos temas, Balbino pontua que também se notam várias afinidades entre os dois segmentos. “As reflexões sobre a escrita, a poesia, a religiosidade, sobre o que é frágil, passageiro, efêmero no universo do ser humano estão presentes tanto em sua prosa, quanto em sua poesia. A questão do tempo é algo muito forte em Adélia. A preocupação com a velhice extrema e com a morte, por exemplo, vai crescendo e aparece muito no último livro dela, o ‘Miserere’’’.

Ele observa que apesar dessa atenção com a finitude, Adélia não deixa de ser otimista. “Por mais que ela busque Deus, ela não abre mão dessa vida. Ela quer essa vida que vai sempre repetido e pede que Deus nos conceda que ela prossiga. Apesar das dores, das tristezas, a vida vale a pena. Isso é importante. Adélia se revela mais otimista do que pessimista. A tristeza e alegria se cruzam o tempo todo na obra dela, mas o que prevalece é a busca pela segunda”, diz.

http://www.otempo.com.br/divers%C3%A3o/magazine/afinidades-entre-a-prosa-e-a-poesia-de-ad%C3%A9lia-prado-1.1258879

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Municípios,Política

ELEIÇÕES 2016 – REGISTRO DE CANDIDATOS

19 mar , 2016  

ELEIÇÕES MUNICIPAIS

TSE não veta candidaturas em cidades sem diretórios de partido.

PUBLICADO EM 18/02/16 – 11h54

FOLHAPRESS
Segundo o ministro, a norma apenas veda que comissões provisórias continuem elegendo os comandos das siglas indefinidamente.

Ministro Henrique Neves, relator da decisão contra Dilma RousseffHenrique Neves pediu um parecer do Ministério Público Eleitoral sobre o caso

Em sessão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quinta (18), o ministro Henrique Neves classificou de erro e “confusão de interpretação” as reclamações de advogados de partidos que acusam o tribunal de ter editado uma resolução para impedir que legendas lancem candidatos nas cidades onde não possuam diretório registrado.

O caso deve ser discutido na próxima quinta (25) pelo plenário do TSE. Segundo o ministro, a norma apenas veda que comissões provisórias continuem elegendo os comandos das siglas indefinidamente.

Diretórios são estruturas partidárias eleitas pela base dos partidos, enquanto comissões tem dirigentes apontados pela direção nacional de cada sigla. Para os advogados, o TSE estaria interferindo em questões internas da organização partidária.
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“Nos últimos dias, não sei por qual razão surgiu um entendimento noticiado dizendo que esse tribunal teria proibido que as convenções fossem realizadas por comissões provisórias. Essa informação é absolutamente errônea. Nossa resolução jamais tratou desse assunto. A forma de escolha de candidatos é algo que está previsto na lei. A resolução que os advogados trata da criação de partidos políticos. Não cuida do processo eleitoral, cuida da vida dos partidos”, afirmou.

“O que eles estão impugnando, dizendo que haveria ofensa a autonomia partidária, não é a forma que se faz a convenção partidárias, é uma regra que diz que a comissão [provisória] não pode ser permanente, tem que ter prazo máximo de validade porque os partidos políticos tem que seguir o regime democrático. Os filiados têm que votar. Não é possível que os partidos sejam mantidos apenas por força de lideranças nomeando quem são as pessoas que no futuro escolherão a própria direção”, completou.

Henrique Neves pediu um parecer do Ministério Público Eleitoral sobre o caso. Como mostrou a coluna Painel, da Folha, nesta semana, advogados dos principais partidos procuraram o presidente do TSE, Dias Toffoli, para discutir a regra.

O artigo da resolução questionado diz que “as anotações relativas aos órgãos provisórios têm validade de 120 dias. Em situações excepcionais e devidamente justificadas, o partido político pode requerer ao presidente do Tribunal Eleitoral competente a prorrogação do prazo de validade previsto neste artigo, pelo período necessário à realização da convenção para escolha dos novos dirigentes”.

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/tse-n%C3%A3o-veta-candidaturas-em-cidades-sem-diret%C3%B3rios-de-partido-1.1237772

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Saúde

CONFIRMAÇÃO DE MICROCEFALIA

13 mar , 2016  

PERÍMETRO CEFÁLICO

Confirmação de microcefalia cresce 16,2% em uma semana
São notificados meninos com crânio de 31,9 cm e meninas que nascem com 31,5 cm
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PUBLICADO EM 10/03/16 – 03h00

BRASÍLIA. Em uma semana, subiu 16,2% o número de casos confirmados de microcefalia ou alterações do sistema nervoso relacionados à infecção congênita, passando de 641 para 745. Desse total, 88 (11,8%) tiveram resultado positivo para zika, segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta quarta. A pasta voltou a ressaltar que o dado não representa a totalidade de registros associados ao vírus, mas apenas a parcela com diagnóstico fechado por exame laboratorial. Mas o próprio ministério vem sustentando que a maioria das confirmações está relacionada ao zika.

Há ainda 4.231 casos em investigação e 1.182 descartados. Foram 6.158 notificações suspeitas desde o ano passado até 5 de março, registradas em todas as regiões do país.

Pernambuco tem o maior número de pacientes sob investigação: 1.214. Em seguida, vêm Bahia (609) e Paraíba (447). O Rio de Janeiro está em quarto lugar, com 289 casos, à frente do Rio Grande do Norte (278) e do Ceará (252). Minas tem atualmente 27 casos em investigação.
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O boletim do governo, feito com as informações repassadas pelos Estados, já considera o novo critério de diagnóstico de microcefalia. Por recomendação da OMS, a malformação será notificada como suspeita quando a criança não prematura nascer com perímetro cefálico igual ou menor que 31,9 cm, no caso de homens, e 31,5 cm, para mulheres. Antes, o limite era de 32 cm, independentemente do sexo. Para bebês que nascem antes do tempo regular, o tamanho varia de acordo com a idade gestacional.

É a segunda vez que o Ministério da Saúde muda o parâmetro, que era de 33 cm quando a epidemia foi declarada, no fim do ano passado. Depois, passou para 32 cm, e agora veio o novo critério. A alteração já havia sido adiantada pelo ministro da pasta, Marcelo Castro, na semana passada, e foi oficializada nesta quarta. O ministério não sabe, entretanto, quantos e quais Estados enviaram os dados do boletim recém-divulgado dentro do parâmetro novo.

“Estamos orientando os Estados que não arredondem o decimal. É fundamental que o dado seja detalhado”, disse Wanderson Oliveira, coordenador geral de Vigilância e Respostas às Emergências em Saúde Pública da Secretaria de Vigilância em Saúde.

Mudança “sutil”. Cláudio Maierovitch, diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, classificou a mudança como “sutil”, mas importante para padronizar dados mundiais: “O critério é mais preciso do ponto de vista científico, mas a importância de adotá-lo era justamente estabelecer uma possibilidade de comparação mundial. Outros países certamente começarão a trabalhar com isso”.

O diretor comentou que há casos de bebês com perímetro cefálico até acima da medida que estava estipulada, ou seja, fora da classificação de microcefalia, mas que o ultrassom revelou danos cerebrais. Maierovitch não soube precisar quantas crianças foram classificadas nessa situação, destacando ser um número irrelevante. O boletim mostrou aumento no número de mortes suspeitas, após o parto ou durante a gestação, de 139 para 157. Do total, 37 foram confirmadas para microcefalia ou alterações do sistema nervoso central.

Olimpíadas

Marcelo Castro. O ministro considerou prudente a recomendação da OMS, para que grávidas não viajem a locais com surto de zika, mas disse que, internamente, embora algumas regiões do país representem maior risco do que outras, tal orientação seria inócua.

Chilena com zika teve filho saudável

Santiago, Chile. O Chile reportou o primeiro caso importado de zika em uma mulher grávida, cujo filho nasceu há três semanas clinicamente saudável, informou o Ministério da Saúde do país. A mulher de 28 anos, que não teve a identidade revelada, contraiu o vírus em novembro, durante uma viagem à ilha de San Andrés, na Colômbia, quando estava com 28 semanas de gravidez.

A mãe teve o filho há três semanas, “um recém-nascido clinicamente saudável”, segundo a nota do ministério.

Este caso é o quarto registrado no Chile, todos eles vindos do exterior, já que no território continental chileno não existe o mosquito Aedes aegypti – que transmite zika, dengue e chikungunya.

A Ilha de Páscoa, situada a mais de 1.000 km do continente, é o único território chileno onde ocorreram casos de zika nativos. Em 2014, foram 173 contágios, mas nenhum caso apresentou má formação nos fetos dos pacientes.

(JORNAL O TEMPO)

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Política

ZIKA VIRUS E FILHO SAUDÁVEL

10 mar , 2016  

Chilena grávida e com zika teve filho saudável, informou governo do país

Este foi o primeiro caso importado de zika em mulher grávida no Chile.
Mulher de 28 anos contraiu o vírus em uma viagem à Colômbia.

Da France Presse

  Mosquito Aedes aegypti, transmissor de zika, dengue, chikungunya e febre amarela, é analisado em laboratório de Cali, na Colômbia  (Foto: Reuters/Jaime Saldarriaga)Mosquito Aedes aegypti, transmissor de zika, dengue, chikungunya e febre amarela, é analisado em laboratório de Cali, na Colômbia (Foto: Reuters/Jaime Saldarriaga)
 

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O Chile reportou o primeiro caso importado de zika em uma mulher grávida, cujo filho nasceu há três semanas clinicamente saudável, informou o Ministério da Saúde do país.

A mulher de 28 anos, que não teve a identidade revelada, contraiu o vírus em novembro, durante uma viagem à ilha de San Andrés, na Colômbia, quando estava com 28 semanas de gravidez.

“No dia seguinte a sua volta, apresentou sintomas próprios da doença e seu contágio foi confirmado na clínica da Universidade Católica de Santiago”, indica um comunicado do ministério.

A mãe teve o filho há três semanas, “um recém-nascido clinicamente saudável”, segundo a nota do ministério.

Este caso é o quarto registrado no Chile, todos eles vindos do exterior, já que no território continental chileno não existe o mosquito Aedes aegypti que transmite zika, dengue e chikungunya.

A Ilha de Páscoa, situada a mais de 1.000 km do continente, é o único território chileno onde ocorreram casos de zika nativos. Em 2014, foram 173 contágios, mas nenhum caso apresentou má formação nos fetos dos pacientes.

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Política Geral

Dilma Rousseff e Lula se reúnem no ABC

5 mar , 2016  

A presidente Dilma Rousseff visitou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista neste sábado (5) Dilma foi ao apartamento de Lula para dar apoio ao ex-presidente, que na sexta-feira (4) foi levado por condução coercitiva para depor à Polícia Federal na Operação Lava Jato. Ela ficou pouco mais de uma hora na companhia de Lula.

Dilma chegou por volta das 13h deste sábado (5) a São Paulo. Ela saiu de Brasília em um avião, que pousou no início da tarde no Aeroporto de Congonhas, Zona Sul da capital paulista. Em seguida, ela foi de helicóptero até São Bernardo do Campo, no ABC, e seguiu de carro até o prédio do ex-presidente, acompanhada do ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner.

Presidente Dilma Rousseff cumprimenta militantes em frente a prédio de Lula, em São Bernardo do Campo, no ABC (Foto: Carolina Dantas / G1)Presidente Dilma Rousseff cumprimenta militantes em frente a prédio de Lula, em São Bernardo do Campo, no ABC (Foto: Carolina Dantas / G1)

Na sacada do apartamento, Dilma acenou para militantes, acompanhada de Lula e da esposa do ex-presidente, Marisa Letícia. Na rua em frente ao prédio, manifestantes em apoio a Lula soltaram uma fumaça vermelha.

Às 14h30, Dilma desceu para cumprimentar os militantes e acenar para as pessoas que desde cedo esperavam no local. Ela não falou com a imprensa e voltou para dentro do prédio. Dilma foi embora logo em seguida.

Após o encontro, Dilma Rousseff seguiria para Porto Alegre (RS), onde tem compromissos pessoais.

Este é o primeiro encontro da presidente com Lula depois de a Polícia Federal (PF) ter deflagrado, na sexta-feira (4), nova etapa da Operação Lava Jato, cujo foco era o ex-presidente.

Vigília
Militantes pró Lula fazem vigília no prédio onde o ex-presidente mora desde a manhã deste sábado. Cerca de 300 pessoas, segundo a Polícia Militar estão no local protestando contra a investigação da Justiça Federal, que apura se o petista recebeu dinheiro da corrupção da Petrobras.

No começo da tarde deste sábado, o ex-presidente saiu do prédio e se reuniu com os militantes. Ele foi ovacionado pelos manifestantes, tirou fotos com simpatizantes, mas não subiu em um carro de som estacionado em frente ao edifício.

“Companheiros, sei que vocês querem um discurso, mas não podemos porque tem um hospital aqui perto”, disse Lula a sua militância. Em seguida, Lula voltou para dentro do prédio para esperar a chegada de Dilma.

Carolina Dantas e Vivian ReisDo G1 São Paulo

Fonte:.http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/03/dilma-chega-sp-para-visitar-lula.html

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Tecnologia

São Paulo terá Semana Da Mulher na Tecnologia com eventos gratuitos

6 mar , 2015  

Na semana seguinte ao Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, estudantes, empreendedoras, programadoras ou simplesmente entusiastas da tecnologia poderão participar de uma série de eventos gratuitos organizados em São Paulo. Trata-se da Semana da Mulher na Tecnologia, uma iniciativa para promover a presença feminina na área.

Dos dias 9 a 13 de março, empresas como Microsoft e Twitter sediarão encontros práticos e debates abertos a mulheres de todas as idades. A 1ª edição do evento também irá homenagear a britânica Ada Lovelace que, no século 19, se tornou a primeira programadora conhecida.

Veja abaixo a programação dos eventos. Para se inscrever, basta acessar a página da Semana da Mulher na Tecnologia

Segunda-feira, 9 de março
Seminário “Mulheres na Tecnologia: Passado, Presente e Futuro!” , às 17h30, na sede da TOTVS

Terça-feira, 10 de março
Hackday Mulheres e Meninas, às 19h00, na FIAP

Quarta-feira, 11 de março
Workshop: “Como a tecnologia pode ajudar as empreendedoras?”, às 08h30 na Microsoft

Quinta-feira, 12 de março
Hackday Technovation: Paraisópolis no Twitter, às 14h00, na sede do Twitter

Sexta-feira, 13 de março
Encontro de Gerações de Mulheres em TI, às 09h30, na UolDiveo

http://info.abril.com.br/noticias/carreira/2015/03/sao-paulo-tera-semana-da-mulher-na-tecnologia-com-eventos-gratuitos.shtml

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Política

Impasse sobre demissão de servidores é mantido

6 mar , 2015  

O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou da pauta desta quinta o julgamento dos embargos declaratórios da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4876, que declarou ilegal a Lei 100, responsável por nomear servidores que não foram aprovados em concurso público durante o mandato de Aécio Neves (PSDB). Ainda não há data para o novo julgamento.
O governador Fernando Pimentel (PT) tenta adiar para o fim do ano as demissões de 78 mil dos 98 mil servidores da educação que foram atingidos pela lei. Em 1º de abril do ano passado, o STF deu prazo de um ano para que o Estado realizasse novos concursos e convocasse os aprovados para ocupar esses cargos. Na última quarta-feira, o petista se reuniu com o ministro Dias Toffoli para tratar do assunto.

Em petição encaminhada ao Supremo Tribunal Federal no início desta semana, o Estado argumenta que, devido a eleição de um novo governo, o prazo de 12 meses concedido pelo STF se tornou insuficiente para o cumprimento das medidas estabelecidas pelo órgão Judiciário. Outro argumento é de que a demissão em massa dos servidores, neste momento, em meio ao segundo mês letivo das escolas, ocasionaria inúmeros problemas para a educação no Estado.

“É que iniciado o ano letivo de 2015, não se revela pedagogicamente adequado a iminente substituição de professores em sala de aula, isto é, no meio do semestre (…) sob pena de provocar indesejada descontinuidade na metodologia de ensino e, em consequência, prejuízo aos alunos no processo de aprendizagem, com destaque para a educação básica”, diz a petição assinada pela Advocacia Geral do Estado .

A assessoria de imprensa do Supremo confirmou que o julgamento da ADI 4876 foi retirado da pauta desta quinta, mas que não há, ainda, nova data agendada para o julgamento. O tribunal também não confirmou se o adiamento foi devido ao pedido feito pelo governador de Minas.

PEC 3/2015
Projeto.
A proposta do deputado Lafayette Andrada (PSDB), que tenta efetivar de novo os servidores afetados pela Lei 100, está sendo analisada em comissão especial.

 

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Política

Citado, Renan alfineta Janot

6 mar , 2015  

PUBLICADO EM 06/03/15 – 03h00

Brasília. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu nesta quinta o regramento do processo de eleição para procurador geral da República. Entre as medidas defendidas está a desincompatibilização do procurador que tentará a reeleição do mandato. Renan, de acordo com vazamento de informações, é um dos citados na lista encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, por suposto envolvimento em desvios ocorridos na Petrobras.

O posicionamento do peemedebista ocorreu em plenário durante discussão da proposta que altera a Constituição e determina a desincompatibilização do presidente da República, do governador do Estado e do prefeito como condição para a candidatura eleitoral. “Essa é uma prática que devia valer para todas as eleições do Executivo e até mesmo do Ministério Público Federal (MPF). Nós estamos com o procurador geral da República em processo de reeleição para a sua recondução ao Ministério Público. Quem sabe, se nós, mais adiante, não vamos ter também, que a exemplo do que estamos fazendo com as eleições do Executivo, regrar esse sistema que o Ministério Público tornou eletivo”, defendeu Renan.

Ao deixar o plenário, o presidente do Senado criticou a condução adotada pelo procurador na elaboração da lista de investigados no caso da Lava Jato. “Só lamento que o MPF não tenha ouvido as pessoas como é praxe para que as pessoas questionadas possam se defender, apresentar as suas razões. Mas isso tudo é da democracia. Quando há excesso, quando há pessoas citadas injustamente, a democracia depois corrige tudo isso”.

O senador voltou a afirmar não ter conhecimento de que está na lista de investigados e considerou a possibilidade como uma questão “menor”. “Nós não temos absolutamente nenhuma informação com relação à lista. Aliás, não é nem praxe do Ministério Público porque o Ministério Público costuma, em toda investigação, em todo questionamento, ouvir as pessoas antes. Nós não temos nenhuma informação com relação a isso”.

O presidente do Senado não quis comentar sobre a possível retirada do sigilo da lista, o que poderá ocorrer nesta sexta por decisão do relator dos processo no STF, ministro Teori Zavascki.

Carta. Rodrigo Janot enviou uma carta aos membros do Ministério Público enaltecendo o trabalho do órgão e dizendo que a operação Lava Jato, que apura um esquema de corrupção envolvendo a Petrobras, chegou a um “momento crucial”.

O procurador afirma ainda ter feito “uma opção clara e firme pela técnica jurídica” na análise da peças relacionadas ao caso. Janot disse ainda que o trabalho do MPF será “submetido aos mais duros testes de coerência” assim que o ministro Teori Zavascki, retirar o sigilo dos pedidos de inquérito.

Depoimentos

Ministro. O juiz Sérgio Moro autorizou o pedido da defesa do presidente da UTC, Ricardo Pessôa, de ouvir como testemunhas o ministro de Defesa, Jaques Wagner (PT), o secretário de Agricultura de São Paulo, Arnaldo Jardim (PPS), além de quatro deputados federais da base aliada e da oposição. São eles: Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP); Arlindo Chinaglia (PT-SP); Paulo Pereira da Silva, conhecido como Paulinho da Força (SD-SP); Jutahy Magalhães Junior (PSDB-BA).

Adiado. O ex-ministro Paulo Bernardo não foi encontrado por oficiais de Justiça e um depoimento dele que tinha sido marcado para esta quinta acabou adiado. Bernardo foi arrolado como testemunha de defesa de Ricardo Pessôa.

Cardozo rebate críticas de Aécio

Brasília. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, rebateu as acusações do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de que o governo atuou para incluir nomes da oposição na lista de investigados por corrupção na Petrobras. Sem citar o senador mineiro, disse que repudia as declarações feitas por parlamentares da oposição. “Posso afirmar em alto e bom som: se, no passado, governos agiam dessa maneira, (…) Não nos meçam por réguas antigas”. Em nota, Aécio disse que o ministro tem se comportado como militante partidário e advogado de defesa do PT.

http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/citado-renan-alfineta-janot-1.1004396

 

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Crônicas

IMPUNIDADE, PROPINAS, FRAUDES

9 dez , 2014  

IMPUNIDADE, PROPINAS, FRAUDES, ROUBALHEIRA, ASSALTOS E ETC.

Estamos no Brasil

www.novotopico.com

 

Sugestões para ajuste fiscal deste ano e dos seguintes:

– Vender o AeroLula, optar por um modelo mais simples.

– Cortar Salários pela metade, dos Ministros, Presidentes, Governadores, Embaixadores, Senadores, Deputados e dirigentes de estatais.

– Continuar cortando “altos salários” seja lá de onde for.

– No futebol, altos dirigentes, fazer também algumas intervenções.

– Diminuir a equipe de governo e principalmente as viagens.

– Os acompanhantes do Governo Federal, em viagens ao exterior, podem ser cortados pela metade e ainda ficaria muito grande. Veja o exemplo de delegações de outros países.

– Diminuir o número de ministérios, Secretarias, de Deputados, Senadores, Vereadores e por aí.

– Dar menos dinheiro para outros países. Obras fora do Brasil, nem pensar.

– Não gastar mais nenhum tostão na transposição do Rio S. Francisco.

– Por fim a roubalheira na Petrobrás e em outras estatais.

– Acabar com tudo que só serve para desviar dinheiro público.

– Evitar ao máximo, desvio de bilhões em verbas, em todos setores.

– No mesmo esquema, os Governadores e Prefeitos deverão acompanhá-la.

– Impedir saída dos minerais estratégicos do País e trabalhar para conseguir o enriquecimento do Urânio.

– Terminar as obras paralisadas, o mais rápido e gastando menos possível, moralizando o sistema.

– Acabar com a metade das ONGs dos Parlamentares, que são nada mais, na menos que um buraco sem fundo, não fazem nada.

– Não deixar o dinheiro público ir para o ralo.

– Colocar a PF na “cola” da Caixa Loterias, investigar os ganhadores de prêmios por mais de uma vez.

– Controlar os empréstimos do BNDS e nada a “Fundo Perdido”, não estamos mais no tempo de por dinheiro na mão de qualquer um, muito menos sem comprovação de gastos ou aplicação.

– Acabar de vez com essa “roubalheira generalizada e impune”.

– Diminuir os impostos para melhorar a arrecadação. É bom que se diga: “Nunca houve neste país uma equipe de governo que arrecadasse tanto.” Quase dois trilhões de reais. (www.impostometro.com.br) E gastasse ainda mais.

– E os crimes, assaltos cinematográficos e tantas balas perdidas? Solucionar isso de vez. Como? Não sei. Talvez criando novas equipes de investigação. Visitem EUA ou outro País.

– Parar de falar que Pré-Sal é “salvação da lavoura”. Isso não leva a nada.

– Mandar estes marqueteiros de última geração, para aquele lugar…

– Gastar menos na propaganda de Governo.

– Pegar os corruptos e corruptores e soltar em alto mar onde existir

muitos tubarões.

– Autorizar só obras que vá realmente beneficiar a população.

– Empreiteiras no cabresto, isto é: nada de superfaturamento propina e roubalheira. E se uma obra afundar, cair ou explodir; ninguém receberá nada em pagamento, mais que justo.

– Deixar de mentir para os eleitores, isso ajudaria muito.

Se não der resultado é melhor pedir o boné do SMT e sair da cadeira.

“Só assim deixaremos de ser piada no exterior”

 

De um brasileiro indignado

http://osvandir.blogspot.com.br/2014/12/impunidade-propinas-fraudes.html

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