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VEREADORES BELO HORIZONTE

9 mar , 2017  

Vereadores esquecem decoro e trocam farpas homofóbicas e machistas

A discussão entre os vereadores Gilson Reis (PCdoB) e Gabriel Azevedo (PHS) durante reunião plenária nessa terça-feira (7), na Câmara Municipal de Belo Horizonte, acabou ganhando proporções bem maiores. A troca de farpas entre os parlamentares se arrasta há dias, mas, dessa vez, houve acusações entres eles de homofobia e machismo. O pano de fundo da ‘briga’ são as supostas nomeações políticas realizadas na prefeitura.

Durante a sessão, Gilson exibiu um vídeo – que também foi publicado em sua rede social – em que um homem, durante as eleições, pede votos para Gabriel e também mostrou uma foto do “Diário Oficial do Município” que trazia a nomeação dele para o gabinete do prefeito Alexandre Kalil (PHS).

O vereador do PCdoB sustentou que o atual servidor teria sido indicado por Gabriel, que tem feito muitos discursos contra essas indicações políticas na administração, que teriam sido realizadas pelo vice-prefeito e secretário de Governo, Paulo Lamac (Rede).

Segundo parlamentares que estavam na reunião, enquanto o vídeo era exibido, Gilson se referiu ao servidor da prefeitura com termos homofóbicos, como o de que era “namoradinho” de Gabriel. Em resposta, no Facebook, o vereador do PHS afirmou que o comunista e seu gabinete foram homofóbicos. Ainda segundo Gabriel, foi ele quem apresentou o servidor para o prefeito no início do ano, mas que a nomeação dele foi uma escolha pessoal de Kalil.

O comissionado da prefeitura que foi citado em plenário publicou um texto em que diz ter sido convidado por Kalil para o cargo. Ele também mostrou a imagem de uma conversa, que ocorreu no Facebook de Gilson, em que o comissionado agradece pela divulgação: “Acho que estou muito bonitinho nele, e toda divulgação é útil quando a gente está solteiro”. No print há uma resposta do perfil do vereador do PCdoB: “Olha que a informação que tenho é que você tá namorado (sic)”. A resposta foi deletada.

Como o Aparte informou nessa quarta-feira (8), também na sessão dessa terça-feira (7), Gabriel chamou Gilson de “mascote” de Lamac por o defendê-lo e levou uma coleira para ele dizendo para cravejar nela,em brilhantes, o nome do vice-prefeito, fazendo referência à atriz Luma de Oliveira, que fez isso com o nome do então marido, Eike Batista, no Carnaval de 1998.

Também em seu Facebook, Gilson declarou que Gabriel fez uma “piada com um caso que só reforça o abuso contra mulher em uma sociedade machista e patriarcal”. Ele ainda diz que ficou surpreso por ser acusado de homofobia: “Assim, no mesmo tom (que o funcionário), disse que acreditava que ele estava namorando. Pura e simplesmente isso”. O comunista afirmou que o vereador do PHS “achou” esse ponto para acusá-lo de homofobia, “ainda que não houvesse sequer uma palavra sobre isso”. “Não estou preocupado, pois as atitudes do nosso mandato falam por si”, completou Gilson.

Por ser acusado de machismo, Gabriel Azevedo declarou à coluna que “em nenhum momento foi desrespeitoso a ninguém”, e que o presenteou com a coleira por considerar que ele é “mascote de Lamac”. (Fransciny Alves)

http://www.otempo.com.br/hotsites/aparte/vereadores-esquecem-decoro-e-trocam-farpas-homof%C3%B3bicas-e-machistas-1.1445188

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Leis Municipais

ESTATUTO DO SERVIDOR

2 set , 2009  

PEQUENO DICIONÁRIO

ACESSO: é a promoção do funcionário para classe imediatamente superior (progressão vertical).
APROVEITAMENTO: É o regresso do funcionário em disponibilidade.
CARGO PÚBLICO: É criado por lei, em número certo, com denominação própria e pago pelos cofres municipais.
CARREIRA: é um conjunto de classes da mesma profissão escalonadas segundo os padrões de vencimentos.
CLASSE: é um agrupamento de cargos da mesma profissão.
DIÁRIA: destina-se a indenizar o funcionário de despesas de viagens.
DIREITO DE PETIÇÃO: Direito assegurado ao funcionário de requerer e representar,
DISPONIBILIDADE: quando há extinção de cargo que era ocupado pelo funcionário, ou declarada sua desnecessidade pelo poder vencimentos integrais e demais vantagens.
ESTABILIDADE: É alcançada aos três anos de efetivo exercício ao cargo, nomeado em virtude concurso público.
ESTABILIDADE CONSTITUCIONAL: Pela Constituição Federal de 1.988, nos termos do Art. 19 ADT, os funcionários que àquela época contavam com mais de cinco anos de tempo de serviço alcançaram a estabilidade.
ESTÁGIO PROBATÓRIO: é o período de três anos de efetivo exercício do funcionário nomeado em virtude de concurso.
EXONERAÇÃO: Ato de demissão do funcionário.
FUNÇÃO GRATIFICADA: É instituída por lei para atender os encargos de chefia.
LICENÇA PATERNIDADE: é concedida ao pai da criança recém-nascida.
POSSE: É o ato que investe o cidadão em cargo ou função pública.
PROGRESSÃO HORIZONTAL: É a promoção do funcionário ao grau imediatamente da mesma classe.
QUADRO: é um conjunto de carreiras, de cargos isolados e de funções gratificadas.
READAPTAÇÃO: Melhor aproveitamento do funcionário em virtude de alteração de seu estado de saúde.
REINTEGRAÇÃO: ato pelo qual o funcionário demitido reintegra ao serviço público, com os ressarcimentos dos prejuízos decorrentes do afastamento por decisão administrativa ou por sentença judicial.
REMUNERAÇÃO: É a retribuição paga ao funcionário pelo efetivo exercício do cargo, mais as cotas ou porcentagens a que tenha direito por lei.
SUBSÍDIOS: Remuneração percebida pelos agentes políticos: Prefeito, Vice, Vereadores e Secretários Municipais. (Página do Livro COMO ADMINISTRAR BEM O SEU MUNICÍPIO).

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“Um político sofreu um acidente de automóvel, saiu do hospital, recebeu indenização; mas morreu quando viu a conta do hospital e os honorários do advogado”-

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